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Mostrando postagens de setembro, 2012

Como Encontrar os Eleitos

  Kenneth D. Johns Com freqüência, ouvimos a acusação de que a doutrina da eleição sufoca o espírito de evangelismo. Reivindica-se (e isto sem dúvida já ocorreu) que essa doutrina paralisou algumas igrejas ou departamentos missionários em seu alcance evangelístico. Eles disseram: .Não é nossa tarefa salvar os pagãos; quando Deus estiver pronto para salvar os eleitos, Ele o fará por Si mesmo.. Por isso, assentaram-se e nada fizeram. E, como resultado, a doutrina ganhou má reputação. Presume-se que a letargia de tais homens é causada por sua crença na eleição. Mas será que isso é verdade? É a doutrina ou os homens que merecem a culpa? Será que homens bons às vezes não fazem uso errôneo de uma doutrina correta? Não é possível que homens indiferentes e cabeças-duras torçam a verdade em benefício de si mesmos? Os eleitos estão em nossas comunidades. Podemos encontrá- los à medida que oramos e confiamos na orientação do Espírito e na capacidade da Providência. Um i...

O Perfeito Equilíbrio da Verdade (PARTE 5)

Geoffrey Thomas O Amor Não Anula a Lei O amor cristão é o maior de todos. Ele é “a marca distintiva da vida cristã” (John Blanchard), “o sinal dos discípulos de Cristo” (Matthew Henry), “a principal afeição da alma” (Matthew Henry), “ a rainha de todas as graças cristãs” (Arthur Pink), “o fio prateado que percorre toda a conduta do cristão” (J. C. Ryle). Sem amor, uma igreja não é coisa alguma (1 Co 13). O novo mandamento dado por Cristo ao seu povo é que se amem mutuamente, assim como Ele os amou. Por meio desse sentimento puro e fervoroso, o mundo saberá que somos povo de Deus. O amor é a graça mais semelhante a Deus. Ainda assim, Paulo disse: “ A lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom ” (Rm 7.12). É claro que tem de ser; ela vem de Deus e demonstra a própria natureza dEle. Paulo declarou: “ Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus ” (Rm 7.22). Ele amava a lei, porque ela demonstra as perfeições dAquele que é santo. O cristão está livre da m...

O Perfeito Equilibrio da Verdade (PARTE 5)

A Preservação Não Elimina a Perseverança Todo verdadeiro cristão experimenta a contínua atividade do Espírito Santo, através da qual a obra da graça divina que começou nele está sendo continuada e será levada à sua plenitude. Essa doutrina é claramente ensinada nas Escrituras (Jo 10.28-29; Rm 11.29; Fp 1.6; 2 Ts 3.3; 2 Tm 1.12; 4.18). Todo o crente é preservado pelo poder de Deus para a salvação (1 Pe 1.5). Ao mesmo tempo, a Bíblia ensina que cada cristão deve perseverar na sua peregrinação individual. Isso nos protege contra toda idéia ou sugestão de que o cristão está seguro, ou seja, seguro quanto à sua eterna salvação, independentemente da extensão que ele possa cair no pecado e apostatar da fé e da santidade. Enquanto o cristão está sujeito a pecar e, de fato, comete pecados, ele não pode entregar-se ao pecado nem vir a permanecer debaixo do domínio do pecado; ele não pode cometer e tornar-se culpado de certos tipos de infidelidade (por exemplo, o “pecado para a morte”). Port...

O Perfeito Equilíbrio da Verdade (PARTE 4)

Geoffrey Thomas O Propósito Limitado Não Anula a Pregação Indiscriminada Existe um povo que Deus, o Pai, presenteou a Deus, o Filho (Jo 17.2, etc.). Esse povo possui títulos como “a igreja”, “o povo de Deus”, “os filhos de Deus” ou as “ovelhas” de Jesus. Constantemente, o Novo Testamento nos informa que a morte de Cristo se concentrou na realização da salvação dessas pessoas: “ Ele salvará o seu povo dos pecados deles ” (Mt 1.21); “ Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela ” (Ef 5.25); “ Jesus estava para morrer pela nação e não somente pela nação, mas também para reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos ” (Jo 11.51-52); “ Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão ” (Jo 10.26-28). O Senhor Jesus Cristo cumpriu o propósito de Deus em salvar todos os que são povo dEle. Entretanto, para c...

O Perfeito Equilíbrio da Verdade (PARTE 3)

Geoffrey Thomas A Certeza Não Anula a Nossa Necessidade Tudo o que Deus determinou fazer certamente será realizado: “ Desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as cousas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade ” (Is 46.10). O plano de Deus é imutável, porque Ele é fiel e verdadeiro (Jó 23.13-14). O plano de Deus é incondicional, ou seja, sua execução não depende de qualquer ação humana, mas torna-a uma certeza (At 2.23; Ef 2.8). Além disso, o plano de Deus é totalmente abrangente, envolvendo as boas e más ações dos homens (Ef 2.10; At 2.23), os eventos incertos (Gn 50.20), a duração da vida de um homem (Jó 14.5) e o lugar onde ele viverá (At 17.26). O plano de Deus assegura a salvação de um grande número de pecadores favorecidos. Entretanto, a certeza de que a vontade secreta de Deus está sendo realizada não anula a necessidade do homem obedecer a tudo que Deus ordenou na Bíblia. Quand...

O Perfeito Equilíbrio da Verdade (PARTE 2)

Geoffrey Thomas A Incapacidade Não Anula a Nossa Responsabilidade As Escrituras deixam inequivocamente clara a total incapacidade do homem para transformar seu caráter, por suas próprias forças e vontade, tornando-se deste modo semelhante a Cristo. Isso está além da capacidade do homem. “ Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal ” (Jr 13.23). “ Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer ”, declarou o Senhor Jesus (Jo 6.44). O ato da verdadeira e simples fé no Senhor é impossível sem o “trazer” e sem a graciosa dádiva do Pai. Jesus novamente nos diz que, a menos que um homem seja nascido de novo, ele não pode ver ou entrar no reino de Deus (Jo 3.3,5). Todavia, existem mandamentos com os quais Deus confronta cada ser humano. Por exemplo: “ Importa-vos nascer de novo ” (Jo 3.7); “ Deus... notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam ” (At 17.30); e “ ...

O Perfeito Equilíbrio da Verdade-(PARTE 1)

  Geoffrey Thomas   Recentemente, um amigo visitou uma igreja, onde nos últimos cinco anos, tem acontecido uma obra renovadora do Senhor. Ele descreveu seu fim-de-semana com os membros daquela igreja: “Uma coisa marcante foi isto: sempre que eu passava por um grupo de homens, eles estavam falando acerca das coisas de Deus. Chegou um momento em que eu perguntei qual era o segredo dessa bênção que eles haviam conhecido. Eu tinha para mim mesmo uma resposta, mas queria ouvir o que diriam. Eles deram a resposta correta, ou seja, era uma soberana obra de Deus. Disseram que não fora sempre assim e estavam conscientes de que Deus estava operando no meio deles. Aquilo foi muito encorajador. Não era avivamento, mas, quando imagino o avivamento, essa é uma das coisas que me vem à mente. Foi animador ver o que na realidade estava acontecendo, e aquilo me deu novas esperanças quanto à possibilidade de um avivamento”. Em cada despertamento existe uma nova fascinação pela Bíblia: “...

Charles Spurgeon: O Pregador do Povo [ Documentário ]

Jesus Cristo, figurado por José

Jesus Cristo, figurado por José Blase Pascal Uma das principais razões pelas quais os profetas velaram os bens espirituais que prometiam sob as figuras dos bens temporais, é que tinham em vista um povo carnal, que era preciso tornar depositário do testamento espiritual. Jesus Cristo, figurado por José, bem amado por seu pai, enviado pelo pai para ver seus irmãos, etc., inocente, vendido por seus irmãos por vinte dinheiros, e por isso tornado seu senhor, seu salvador, quer o salvador dos estrangeiros, quer o salvador do mundo, o que não teria sido sem o desígnio de o perder, sem a venda e a reprovação que a isso fizeram. Na prisão, José inocente entre dois criminosos: Jesus Cristo na cruz entre dois ladrões. José predisse a salvação de um e a morte do outro, sobre as mesmas aparências: Jesus Cristo salva os eleitos e dana os réprobos pelos mesmos crimes. José não faz senão predizer: Jesus Cristo faz. José pede ao que será salvo que se lembre dele quando chegar à sua glória; e aquele...

O Alfa e o Omega da Bíblia - C. H. Spurgeon

São elas mesmas que testificam de mim - João 5.39 O Senhor Jesus Cristo é o Alfa e Omega da Bíblia. Ele é o tema constante das páginas sagradas. Da primeira à última página, as Escrituras testificam de Jesus. Na Criação, nós discernimos que Jesus é uma das pessoas da bendita Trindade. Temos uma contemplação rápida de Jesus na promessa que se refere ao descendente da mulher. Nós O vemos tipificado na arca de Noé. Andamos com Abraão, enquanto ele vê o dia do Messias. Vemos o venerável patriarca Israel falando sobre Siló. Podemos ver o Redentor prefigurado nos inumeráveis tipos da lei. Profetas, sacerdotes, reis e pregadores, todos eles olhavam para Jesus. Eles permaneciam quietos, como os querubins da arca da Aliança, desejando contemplar o interior e entender o mistério divino da grande redenção do homem. No Novo Testamento, encontramos nosso Senhor como o assunto que permeia todas as páginas. Toda a essência do Novo Testamento é Jesus crucificado. Mesmo a sua última afirmação est...

Jesus Cristo é o tema central das Escrituras

  Jesus Cristo é o tema central das Escrituras. "Jesus Cristo em si é a mensagem eterna da Bíblia".23 De Gênesis a Apocalipse, a Pessoa e a Obra de Cristo estão presentes. No Livro de Gênesis encontramos o prenúncio da Sua primeira vinda; em Gn 3.15, temos o protoevangelium – o primeiro vislumbre histórico da redenção que seria efetuada por Cristo. "Estas foram as primeiras palavras da graça a um mundo perdido".24 No Apocalipse, antevemos a vitória final do Cordeiro de Deus. Os dois Testamentos, o Antigo e o Novo, "formam uma unidade orgânica, que se completam mutuamente num harmonioso testemunho de Cristo".25 Filipe, quando encontrou Natanael, disse-lhe o seguinte a respeito de Jesus: "....Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiam os profetas, Jesus, o Nazareno, filho de José" (Jo 1.45). O próprio Senhor Jesus Cristo ensinou esta verdade, dizendo que Moisés escreveu a Seu respeito (Jo 5.45,46). Jesus afi...

Zaqueu

  Multidão me aperta Gente tão dispersa Tenho compaixão Chora coração Gestos e palavras Vidas restauradas Vou curando magoas Há um amigo a frente Secreto e ciente Pensa que eu não vejo Sua dor pungente Num pomar ao longe Sofre e se esconde Meu amor responde Desce Zaqueu nem me impeça Que o perdão tem pressa em perdoar Não me interessa o passado Pecado eu apago Para não mais voltar Em tua casa quero pousar Pequeno amigo Grande é mudar Eu vou contigo Pois o perdido Eu vim buscar salvar Stênio Március

Opera em mim!

Eis-me a Teus pés, Senhor, opera em mim! Espero mais vigor, opera em mim! Eu gozo vou fruir, se Tua lei cumprir; Ó dá-me Teu amor: opera em mim! Sedento, com ardor, opera em mim! Te peço mais amor, opera em mim! Tu só me podes dar a perfeição sem par, Ó bom Consolador: opera em mim! Ó meu Senhor Jesus, opera em mim! Por Tua santa luz, opera em mim! Revela-me o valor da morte do Senhor, Por mim, na dura cruz; opera em mim! Não tardes mais, Senhor, opera em mim! Escuta o meu clamor, opera em mim! No sangue de Jesus, vertido lá na cruz, Me guarda por favor, opera em mim! Harpa Cristã Ouça a música http://www.youtube.com/watch?v=Y4am3xYmMes

Tarde te amei

TEOLOGIA EM CHAMAS

Efésios 1: 11-14 I- INTRODUÇÃO. Todos nós sonhamos em ver dias de glória na igreja. Há até uma canção que diz: “O muito que nós temos visto não passa de gotas diante daquilo que podes e queres fazer. Oh, faz chover Senhor”. O que pode mudar este quadro? Irmãos, não vejo outra saída, senão, uma teologia em chamas. Não vejo nada que mais possa revitalizar a vida da igreja do que o conhecimento da verdade acompanhado da bênção do Espírito Santo. Este texto está cheio de ambas as coisas. Está cheio de teologia. Ou melhor, para sermos mais específicos, cheio de eclesiologia. São versos que fazem parte da grande torrente de louvor deste capítulo primeiro. E Paulo está aqui especialmente arrebatado por todas as descobertas que fizera acerca do povo de Deus. Como é importante conhecermos tudo isto! Não está à toa nas Escrituras! Faz parte do louvor do apóstolo e deve fazer parte da compreensão teológica de toda igreja que queira experimentar um verdadeiro avivamento espiritual. O que P...

Relação das bênçãos salvadoras

Todos os cristãos devem ser santos; se não chegam a esse caráter na terra, nunca serão santos na glória. Os que não são fiéis não são santos, não crêem em Cristo nem são verazes à profissão que fazem de sua relação com seu Senhor.  Por graça entendemos o amor e o favor livre e imerecido de Deus, e as graças do Espírito que fluem; pela paz, todas as outras bênçãos temporárias e espirituais, fruto do anterior. Não há paz sem graça. Não há paz nem graça, senão de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo, e os melhores santos necessitam novas provisões da graça do Espírito, e desejos de crescer. Efésios 1:1-8 Matthew Henry

A liberdade dos crentes a respeito da condenação

Os crentes podem ser castigados pelo Senhor, mas não serão condenados com o mundo. Por sua união com Cristo por meio da fé, estão seguros. Qual é o princípio de seu andar: a carne ou o Espírito, a natureza velha ou a nova, a corrupção ou a graça? Para qual destes fazemos provisão, por qual somos governados? A vontade sem renovar é incapaz de obedecer por completo nenhum mandamento. A lei, além dos deveres externos, requer obediência interna. Deus mostra seu aborrecimento do pecado pelos sofrimentos de seu Filho na carne, para que a pessoa do crente fosse perdoada e justificada. Assim, se satisfez a justiça divina e se abriu o caminho da salvação para o pecador. O Espírito escreve a lei do amor no coração, e mesmo que a justiça da lei não seja cumprida por nós, de todos modos, bendito seja Deus,se cumpre em nós; em todos os crentes há os que respondem à intenção da lei. O favor de Deus, o bem-estar da alma, os interesses da eternidade, são as coisas do Espírito que importam aos que...

A necessidade de uma certeza metafísica

Viver ansioso é duvidar do caráter de Deus. O que determinará a extensão da ansiedade no coração de um homem não será o tamanho da ameaça à sua vida, mas o seu nível de confiança no caráter de Deus. Se este crê, será levado a fazer eco às palavras do grande apóstolo Paulo: "Se Deus é por nós quem será contra nós?" A ansiedade ao lado da ganância são algumas das conseqüências diretas e imediatas da falta de conhecimento de Deus. Cristo dizer "não andeis ansiosos" é o mesmo que dizer: "não duvidem de mim". Há pessoas, contudo, mais conseqüentes com o que crêem. Gente que ao chegar à conclusão de que Deus não é confiável, é levada a crer que afirmar que Deus não é confiável é negar a sua existência. Resta ficar entregue a um universo cujas ameaças à existência humana são de tal magnitude que, a resposta mais sensata à vida é a depressão metafísica, para a qual não há tratamento psicanalítico que dê jeito. O que pode conduzir ao que experimenta essa angús...

QUATRO TIPOS DE HOMEM

Fonte:http://www.monergismo.com/textos/livre_arbitrio/quatrotipos.htm Homem Perfeito no Éden Homem Caído em Pecado Homem Redimido pela Graça Homem Glorificado no Céu Homem pode pecar, mas não necessita pecar. Homem pode somente pecar. Homem pode pecar, mas não necessita pecar. Homem não pode pecar. Livre para fazer o que lhe agrada. Livre para fazer o que lhe agrada. Livre para fazer o que lhe agrada. Livre para fazer o que lhe agrada. Livre para fazer tanto o bem como o mal. Bem ou Mal Tem liberdade para fazer somente o mal O Mal somente Tem liberdade, mas tem também a inclinação para o mal. Pode fazer o Bem mas Inclinada para o Mal. Tem liberdade para fazer somente o Bem. O Bem somente Não tem natureza pecaminosa Não tem natureza espiritual Tem natureza espiritual � o pecado ainda reside na carne. Tem natureza espiritual � Nenhuma natureza carnal, pecaminosa. Mutá...

A Natureza Humana em Seu Quádruplo Estado

  Pensamentos sobre a Visão de Agostinho da Vontade por Ernest Reisinger Em seu famoso livro, A Natureza Humana em Seu Quádruplo Estado, o Puritano Escocês, Thomas Boston (1676-1732) nos informa que os quatro estados da natureza humana são: (a) Integridade Primitiva; (b) Completa Depravação; (c) Recuperação Iniciada; e Felicidade ou Miséria Consumada. Estes quatro estados, que são derivados das Escrituras, correspondem aos quatro estados do homem em relação ao pecado enumerados por Agostinho de Hipona: (a) capacidade para pecar, capacidade para não pecar (posse peccare, posse non peccare); (b) incapacidade para não pecar (non posse non peccare); (c) capacidade para não pecar (posse non peccare); e (d) incapacidade para pecar (non posse peccare). O primeiro estado corresponde ao estado do homem na inocência, antes da Queda; o segundo estado do homem natural após a Queda; o terceiro estado do homem regenerado; e o quarto do homem glorificado. Deve se...

Correntes da Escatologia Protestante

  por Elias Medeiros Nós, evangélicos protestantes, cremos que a Bíblia responde às questões básicas levantadas em todas as épocas e em todos os lugares. Entretanto, a questão que está sempre presente na mente e no coração de todos os seres humanos é a questão relacionada com o futuro. "O passado a gente conta, o presente a gente curte, e o futuro a gente tenta adivinhar". Esta parece ser a filosofia da maioria das pessoas e de várias religiões. Historicamente falando, a igreja protestante tem passado por épocas nas quais pode-se detectar a falta de um balanço escatológico. Algumas vezes, a igreja se mostrava tão apegada ao presente, que dava pouca atenção ao futuro. Outras, a igreja se apegava tanto ao passado, que chegava a esquecer de sua relevância para o presente e de seu destino futuro. A história da escatologia cristã em geral reflete essa batalha entre o passado, o presente e o futuro. Vários teólogos evangélicos protestantes têm escr...

A (DES)ORDEM INTERNACIONAL

Uma das consequências do Pecado Original, da Queda da humanidade, foi a construção de relações assimétricas, de domínio, entre indivíduos, categorias sociais, raças e nações. Nesse caso se enquadra o surgimento dos impérios, das expansões imperiais, do fenômeno do imperialismo, com todo o seu cotejo de violência física, emocional e cultural e de todo o tipo de exploração. A grande consolação é que todos os impérios surgem, têm sua ascensão e sua queda. Como já se disse: “A História é um cemitério de impérios” , basta olhar para trás, para uma grande lista. A cegueira do pecado impede os impérios posteriores de aprender com o que aconteceu com aqueles que os antecederam. A Idade Moderna foi marcada pela expansão imperial de Portugal, Espanha e Holanda. A Idade Contemporânea conheceu o Império Otomano (turco), o Austro-Húngaro, o Russo, o Francês, e particularmente o Inglês, o maior de todos os tempos: um quinto do território e um quarto da população do globo. Seu apogeu foi ati...

As Ideologias Não Desaparecem

  Uma das frases mais fortemente ideológicas que tem sido dita nos anos recentes é: “As ideologias desapareceram; o que precisamos é de decisões técnicas” . As ideologias são leituras da realidade e propostas de inserção na realidade, e, como tal elas são inerentes e inevitáveis. Uma ideologia “a” ou “b” pode reduzir sua importância, ou até desaparecer, mas elas serão substituídas por outras, e a ideologia como fenômeno em si é um dado sociológico, psicossocial e político perene. As “decisões técnicas” não são neutras, nem existem desvinculadas de ideologias. As ideologias, como fenômenos coletivos, expressam cultura, contexto, interesses nacionais, de classe, de raça, de religião, e necessidades, e um componente individual a-sistemático ou sistemático. Karl Mannh eim, em texto clássico, denomina de ideologia os sistemas de pensamento que justificam uma ordem estabelecida ou sistema, e de utopia os sistemas de pensamento que questionam uma ordem estabelecid...

Os Artigos de Lambeth de 1595

1. Deus, na eternidade, predestinou alguns homens para a vida, e reprovou alguns para a morte. 2. A causa movedora ou eficiente da predestinação para a vida não é a previsão da fé, da perseverança, das boas obras, ou de algo inato na pessoa predestinada, mas somente o bom propósito da vontade de Deus. 3. Existe um número certo e determinado de predestinados, que não pode ser aumentado nem diminuído. 4. Aqueles não predestinados para a salvação são inevitavelmente condenados por causa dos seus pecados. 5. Uma fé verdadeira, viva e justificadora, e a santificação do Espírito de Deus, não são perdidas nem extinguidas total ou finalmente no eleito. 6. O homem verdadeiramente fiel—isto é, alguém que recebeu a fé justificadora—está certo, pela plena certeza da fé ("plerophoria fidei"), da remissão dos pecados e da sua salvação eterna por meio de Cristo. 7. A graça salvadora não é doada, não é tornada comum, e nem cedida a todos os homens, pela qual eles possam ser salvos, se...

O que você deve saber para viver e morrer neste fundamento?

R. Primeiro: como são grandes meus pecados e minha miséria (1). Segundo: como sou salvo de meus pecados e de minha miséria (2). Terceiro: como devo ser grato a Deus por tal salvação (3). (1) Mt 9:12; Jo 9:41; Rm 3:10; 1Jo 1:9,10. (2) Lc 24:46,47; Jo 17:3; At 4:12; At 10:43; 1Co 6:11; Tt 3:3-7. (3) Sl 50:14,15; Sl 116:12,13; Mt 5:16; Rm 6:12,13; Ef 5:10; 2Tm 2:15; 1Pe 2:9,12. Veja também Mt 11:28-30; Ef 5:8.

Qual é o seu único fundamento, na vida e na morte?

O meu único fundamento é meu fiel Salvador Jesus Cristo (l).  A Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte (2), e não pertenço a mim mesmo (3). Com seu precioso sangue Ele pagou (4)  por todos os meus pecados e me libertou de todo o domínio do diabo (5). Agora Ele me protege de tal maneira (6) que, sem a vontade do meu Pai do céu, não perderei nem um fio de cabelo (7). Além disto, tudo coopera para o meu bem (8).  Por isso, pelo Espírito Santo, Ele também me garante a vida eterna (9) e me torna disposto a viver para Ele, daqui em diante, de todo o coração (10).   (1) 1Co 3:23; Tt 2:14. (2) Rm 14:8; 1Ts 5:9,10. (3) 1Co 6:19,20. (4) 1Pe 1:18,19; 1Jo 1:7; 1Jo 2:2,12. (5) Jo 8:34-36; Hb 2:14,15; 1Jo 3:8. (6) Jo 6:39; Jo 10:27-30; 2Ts 3:3; 1Pe 1:5. (7) Mt 10:29,30; Lc 21:18. (8) Rm 8:28. (9) Rm 8:16; 2Co 1:22; 2Co 5:5; Ef 1:13,14. (10) Rm 8:14; 1Jo 3:3. Fonte: Catecismo de Heidelberg (1563)

Passagens Bíblicas sobre as Bênçãos da União com Cristo

  Matt Perman Cristo é o centro da nossa salvação: O amor de Deus está localizado em Cristo: Romanos 8:39 A graça de Deus está em Cristo: 2 Timóteo 2:1 A salvação está em Cristo: 2 Timóteo 2:10 A vida eterna está em Cristo: 1 João 5:11; 2 Timóteo 1:1 Tudo pertencente à nossa salvação é encontrado em Cristo e, portanto, vem dEle: 1 Coríntios 1:30 Todos os santos estão em Cristo: Filipenses 1:1 Portanto, é em Cristo que somos abençoados com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais: Efésios 1:3 Estamos em Cristo por obra de Deus : 1 Coríntios 1:30 Pelos menos duas implicações surgem do fato de que tudo, com respeito à salvação, está em Cristo: 1. Se você é um crente em Cristo, você está nEle e, portanto, participa de todos estes benefícios. 2. Visto que as bênçãos da salvação estão todas em Cristo, não há outro meio de recebê-las, senão através da fé nEle. Portanto, aqueles que não crêem nEle, não compartilham destas bênçãos. Todo e qualquer ...