1. Deus, na eternidade, predestinou alguns homens para a vida, e reprovou alguns para a morte.
2. A causa movedora ou eficiente da predestinação para a vida não é a previsão da fé, da perseverança, das boas obras, ou de algo inato na pessoa predestinada, mas somente o bom propósito da vontade de Deus.
3. Existe um número certo e determinado de predestinados, que não pode ser aumentado nem diminuído.
4. Aqueles não predestinados para a salvação são inevitavelmente condenados por causa dos seus pecados.
5. Uma fé verdadeira, viva e justificadora, e a santificação do Espírito de Deus, não são perdidas nem extinguidas total ou finalmente no eleito.
6. O homem verdadeiramente fiel—isto é, alguém que recebeu a fé justificadora—está certo, pela plena certeza da fé ("plerophoria fidei"), da remissão dos pecados e da sua salvação eterna por meio de Cristo.
7. A graça salvadora não é doada, não é tornada comum, e nem cedida a todos os homens, pela qual eles possam ser salvos, se assim desejarem.
8. Ninguém pode vir a Cristo a menos que seja concedido por ele, e a menos que o Pai o traga: e nem todos os homens são trazidos pelo Pai para vir ao Filho.
9. O homem não tem a vontade ou o poder para ser salvo.
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