"(...) Que é que possuis que não tenhas recebido? E, se
o recebeste, por que haveria de te ensoberbecer como se não o tivesses
recebido? (1 Co 4,7)
Se tem algo que ameaça o nosso coração é a soberba, podemos lá no fundo nos sentir a "última bolacha do pacote" ou a "peça que faltava no tabuleiro".
Ou pior, podemos pensar em termos de merecimentos, como se toda dom perfeito ou toda boa dádiva não viesse do Pai das luzes (Tiago 1.17), mas de nós mesmos.
Por essa razão, devemos pensar acerca do questionamento de Paulo, "o que é que possuis que não tenhas recebido?", ou seja, o que temos propriamente nosso?
A vida está em nossas mãos? O viver e o morrer estão sob o nosso comando?
As habilidades que temos conquistamos pelo nosso esforço?
Não! De modo nenhum.
A fonte de todo bem é o nosso Deus. É ele quem opera em nós "tanto o querer quanto o realizar, segundo a sua boa vontade (Fil. 2.13)".
Não por outra razão cantamos "fonte és tu de toda bênção". Sim, sabemos que é Deus quem nos capacita.
Por isso, devemos levar a sério o que está escrito em Lucas 17.10 "Vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer" (CB 22).
Como bem afirmou João em seu testemunho "O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada (...) Convém que ele cresça e que eu diminua" (Jó 3.27, 30).
Que nos esvaziemos de nós mesmos, a fim de dar toda a glória a Deus, por Cristo Jesus, aquele de quem Paulo afirmou: " concedeu dons aos homens" (Ef. 4.8).
Se reconhecemos que toda habilidade que temos vem Dele, não podemos nos ensoberbecer, mas reconhecer que o Senhor nos habilitou para servir o seu povo, a fim de que seu nome seja glorificado por nós, em nós e através de nós.
"PORQUE DELE, E POR MEIO DELE E PARA ELE SÃO TODAS AS COISAS. A ELE, POIS, A GLÓRIA ETERNAMENTE AMEM"( ROM.11.36).
Aldair Ramos Rios
Se tem algo que ameaça o nosso coração é a soberba, podemos lá no fundo nos sentir a "última bolacha do pacote" ou a "peça que faltava no tabuleiro".
Ou pior, podemos pensar em termos de merecimentos, como se toda dom perfeito ou toda boa dádiva não viesse do Pai das luzes (Tiago 1.17), mas de nós mesmos.
Por essa razão, devemos pensar acerca do questionamento de Paulo, "o que é que possuis que não tenhas recebido?", ou seja, o que temos propriamente nosso?
A vida está em nossas mãos? O viver e o morrer estão sob o nosso comando?
As habilidades que temos conquistamos pelo nosso esforço?
Não! De modo nenhum.
A fonte de todo bem é o nosso Deus. É ele quem opera em nós "tanto o querer quanto o realizar, segundo a sua boa vontade (Fil. 2.13)".
Não por outra razão cantamos "fonte és tu de toda bênção". Sim, sabemos que é Deus quem nos capacita.
Por isso, devemos levar a sério o que está escrito em Lucas 17.10 "Vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer" (CB 22).
Como bem afirmou João em seu testemunho "O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada (...) Convém que ele cresça e que eu diminua" (Jó 3.27, 30).
Que nos esvaziemos de nós mesmos, a fim de dar toda a glória a Deus, por Cristo Jesus, aquele de quem Paulo afirmou: " concedeu dons aos homens" (Ef. 4.8).
Se reconhecemos que toda habilidade que temos vem Dele, não podemos nos ensoberbecer, mas reconhecer que o Senhor nos habilitou para servir o seu povo, a fim de que seu nome seja glorificado por nós, em nós e através de nós.
"PORQUE DELE, E POR MEIO DELE E PARA ELE SÃO TODAS AS COISAS. A ELE, POIS, A GLÓRIA ETERNAMENTE AMEM"( ROM.11.36).
Aldair Ramos Rios
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