Depravação total: cada ser humano é gerado em pecado e todas as suas faculdades estão tão corrompidas, que ele é chamado “morto em seus delitos e pecados” (Ef 2:1). Os homens não são tão pecadores nas suas realizações como poderiam ser. Não somente a raça humana, mas toda a criação está totalmente contaminada pelo pecado (Rm 8:18-25). Esta situação estabelece a necessidade da redenção de alguém que, por si mesmo, é absolutamente incapaz de preparar-se, ou de providencia-la para si mesmo. O pecador, por natureza, é um contumaz e indisposto inimigo do santo Deus.
Eleição incondicional: somente um Deus Trino que é soberano, e pela sua imutável, infinita, perfeita e sábia vontade poderia, sem ser constrangido a isso, prover salvação a pecadores indignos. O Senhor Deus que é suficiente em si mesmo, motivado somente pela sua boa vontade e graça, visando a sua própria glória, escolheu desde toda a eternidade muitos pecadores para a salvação e decidiu deixar os demais sob a sua justa ira, para uma punição eterna, por causa dos seus pecados.
Expiação limitada: Cristo, o Deus-homem, como representante dos eleitos, supriu com suficiência a satisfação da justiça de Deus, recebendo a condenação no lugar dos Seus escolhidos, para que somente eles pudessem ser declarados justos pelos Seus méritos. A expiação é limitada em seu propósito. Ela limita-se por ter o propósito de alcançar exclusivamente os eleitos.
Graça irresistível: a obra redentora de Cristo é internalizada, pela operação eficaz do Espírito Santo. Os eleitos têm a sua disposição interna regenerada, a mente iluminada e novas capacidades são implantadas em sua natureza, de modo que livres e irresistivelmente recebem a maravilhosa graça, e todos os seus benefícios.
Perseverança dos santos: Deus começa a redenção na eternidade e a consumará na eternidade. Pois, aquele que começou a boa obra nos eleitos, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus (Fp 1:6). Deus irrevogavelmente preserva, pelo seu soberano poder, em amor e santidade, os seus eleitos em estado de graça até o fim.
Fonte:http://www.textocalvinista.blogspot.com.br/
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