Hoje em dia, sempre que se pretende supervalorizar uma
conduta ou uma ideia política, acrescenta-se o substantivo “bem”: Correntes do
bem, redes do bem, Dados do bem.
E sempre que se pretende demonizar alguém ou sua conduta,
cria-se uma narrativa que o coloca no pólo oposto (do mal). De preferência
atrelado a algum personagem cruel, por exemplo Hitler.
Quem sabe brincar com as palavras e repeti-la muitas vezes e
com o auxilio da imprensa aparenta “vencer a guerra” de narrativas. Mas nem
sempre o que se chama de bem é “bem” de verdade e o que se chama de mal o é.
Não sou relativista, nem pretendo discutir sobre cosmovisão. Estou falando de algo que o homem mediano pode perceber.
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