"Senhor, dá-me a reconhecer o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade" - Salmo 39.4
Veja meu irmão, que por nós mesmos não podemos reconhecer algumas verdades, aqui o salmista vai ao Senhor pedindo que ele "descortine seus olhos" para que reconheça o seu fim. Isso porque a nossa visão é limitada, não só em razão da nossa condição de criatura, mas também em razão do pecado. Ao pedir ao Senhor para abrir seus olhos, o salmista reconhece primeiramente que não se basta, que lhe falta algo que não está nele ou em sua volta, mas em seu Criador. Há uma lacuna que precisa ser preenchida e que somente aquele que o fez pode preencher. Ele reconhece que a fonte do verdadeiro conhecimento é Deus, que por ser seu Criador tem a interpretação correta da história que ele mesmo escreveu. O salmista é incapaz reconhecer, por isso, precisa de uma ação de cima. Ó irmão, não devíamos nós fazer o mesmo todos os dias? Qualquer que seja a verdade que saibamos, só podemos reconhecer como verdade e ver de maneira nítida suas implicações por uma operação graciosa da parte de Deus. Ó, se você diz "eu sou um miserável pecador", saiba que esse reconhecimento só é possível pelo Espirito do Senhor, pois é ele que nos convence da justiça do pecado e do juízo. Aqui o salmista pede que Deus lhe conceda ver o quão breve é a sua existência, não que o salmista não soubesse em sua mente que a morte ronda o homem, não é isso! Ele quer ver as coisas da perspectiva correta, pois sabe que o nosso coração é tão presunçoso que evita pensar acerca de coisas reais e necessárias. É como se ele disse: "Ó Deus não posso reconhecer a minha real fragilidade se o Senhor não me conceder o reconhecer".
Ó meu irmão que essa seja a nossa oração constante, "Senhor, dá-me, reconhecer o quão passageiro eu sou. Ó Senhor, dá-me a reconhecer que os meus dias são como o cumprimento de alguns palmos e que a tua presença, a duração dos meus dias é nada, que passarei como uma sombra".
Sim ore, ore até que tenha visto a sua real fragilidade, pois somente vazios de nós mesmos podemos ver o quão necessitamos ser preenchidos pelo Senhor.
Aldair Ramos Rios
Veja meu irmão, que por nós mesmos não podemos reconhecer algumas verdades, aqui o salmista vai ao Senhor pedindo que ele "descortine seus olhos" para que reconheça o seu fim. Isso porque a nossa visão é limitada, não só em razão da nossa condição de criatura, mas também em razão do pecado. Ao pedir ao Senhor para abrir seus olhos, o salmista reconhece primeiramente que não se basta, que lhe falta algo que não está nele ou em sua volta, mas em seu Criador. Há uma lacuna que precisa ser preenchida e que somente aquele que o fez pode preencher. Ele reconhece que a fonte do verdadeiro conhecimento é Deus, que por ser seu Criador tem a interpretação correta da história que ele mesmo escreveu. O salmista é incapaz reconhecer, por isso, precisa de uma ação de cima. Ó irmão, não devíamos nós fazer o mesmo todos os dias? Qualquer que seja a verdade que saibamos, só podemos reconhecer como verdade e ver de maneira nítida suas implicações por uma operação graciosa da parte de Deus. Ó, se você diz "eu sou um miserável pecador", saiba que esse reconhecimento só é possível pelo Espirito do Senhor, pois é ele que nos convence da justiça do pecado e do juízo. Aqui o salmista pede que Deus lhe conceda ver o quão breve é a sua existência, não que o salmista não soubesse em sua mente que a morte ronda o homem, não é isso! Ele quer ver as coisas da perspectiva correta, pois sabe que o nosso coração é tão presunçoso que evita pensar acerca de coisas reais e necessárias. É como se ele disse: "Ó Deus não posso reconhecer a minha real fragilidade se o Senhor não me conceder o reconhecer".
Ó meu irmão que essa seja a nossa oração constante, "Senhor, dá-me, reconhecer o quão passageiro eu sou. Ó Senhor, dá-me a reconhecer que os meus dias são como o cumprimento de alguns palmos e que a tua presença, a duração dos meus dias é nada, que passarei como uma sombra".
Sim ore, ore até que tenha visto a sua real fragilidade, pois somente vazios de nós mesmos podemos ver o quão necessitamos ser preenchidos pelo Senhor.
Aldair Ramos Rios
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