"Sede santos"- 1 Pe 1.14
Falamos tanto da graça que algumas pessoas podem até pensar "que não importa como as pessoas vivam elas chegarão lá". Contudo, essa graça que anunciamos não se restringe ao livramento da condenação futura, mas abrange uma transformação completa do nosso ser. É uma obra iniciada a partir de nossa conversão e que vai até a nossa glorificação. É uma caminhada de progresso, até sermos conformados a imagem de Cristo.
O escritor aos Hebreus afirma que "sem santificação" NINGUÉM verá a Deus (Heb. 12.14).
Na passagem escolhida, Pedro está tratando das implicações da salvação e a santidade é uma delas.
"Do mesmo modo que Israel no AT foi separada por Deus das nações vizinhas para que fosse santa, assim também a Igreja deve se apartar do pecado" (Bíblia de Genebra).
Devemos diariamente negar a nós mesmos, fugir da aparência do mal, sondar os nossos corações, nos examinar através da lei de Deus, a fim de que reconhecendo a nossa debilidade pra vencer o pecado, busquemos no Senhor poder para vencer. Essa é uma evidência de que já passamos da morte para vida.
Se você já foi regenerado, é uma nova criação e a verdadeira fé acesa em você pela Palavra de Deus e pela obra do Espírito Santo o fará viver uma vida nova liberta da escravidão do pecado.
O verdadeiro crente não se descuida da vida piedosa e santa, vez que nele há fé que "atua pelo amor" (Gl 5.6).
Tal fé o move a exercitar-se nas boas obras que Deus mandou em sua Palavra.
Por isso, se você é crente de fato, seu maior desejo é agradar aquele que tanto te amou.
Que a doçura do Evangelho, nos faça mais piedosos, homens e mulheres de oração, que lutam diariamente contra o pecado, na certeza de que por meio daquele que nos amou, somos mais que vencedores (Rm 8.37).
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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