"(...) justo é o Senhor (...), bondoso (...)" - Sl 145.17
Não temamos o amanhã, não temamos o seu governo providencial, Ele é justo e bom.
Não estamos falando do homem, que é inconstante em seus caminhos e que comete injustiças e maldades, mas de um ser IMUTÁVEL, que é justo e bom.
É disso que o Salmo escolhido trata, ele afirma que "o Senhor é justo" em todos os seus caminhos, ou seja, não há um risco de injustiça em seu caráter, não se pode falar que Ele tenha agido com justiça em alguns caminhos e em outros não: Justo é o Senhor em "todos" os seus caminhos.
O texto também afirma que "o Senhor é bondoso". Ser bondoso é ser benevolente, amável, é a característica de quem quer o bem e faz o bem.
Eleve essa bondade a perfeição absoluta e você chegará em Deus. Se podemos encontrar traços de bondade no homem, criado a imagem e semelhança de Deus, quanto mais haveremos de encontrar no próprio de Deus "a bondade em pessoa". Ele é bondoso em todas as suas obras, ou seja, em tudo o que ele faz. Por isso, que encontramos a afirmação de S. Paulo de que todas as coisas cooperam "para o bem" daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. É isso tem haver com a gente.
Oração: Pai, tu és Justo e bom. Concede, pois, que contemplemos em tua Palavra a Beleza e a Excelência do teu Ser, aquilo que as nossas palavras não podem descrever Senhor; concede que sejamos iluminados a cada dia pelo teu Espírito Santo, a fim de que possamos obter uma compreensão profunda de quem tu és, por meio de tua revelação especial, as Escrituras Sagradas. É o que pedimos, a ti em nome de Jesus Cristo, o teu Filho Amado.
Amém.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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