"(...) sendo-lhe o Senhor misericordioso, e o tiraram, e o puseram fora da cidade(...)" - Gn 19.16
Após a tentativa de abusar de dois anjos na casa de Ló a noite (v.5), os homens de Sodoma foram feridos de cegueira pelos anjos (v.10)
E os anjos disseram a Ló que saissem "e todos os seus" porque a cidade seria destruída (v.12-14).
Pela manhã os anjos apressaram Ló. Como ele estava demorando para sair da cidade, os anjos "o pegaram pela mão, a ele, a sua mulher e as suas duas filhas".
Diz o texto:"sendo-lhe o Senhor misericordioso, e o tiraram e o puseram fora da cidade" (v.16).
O homem é assim, se deixado a disposição de sua vontade perece, razão pela qual, o Senhor que é misericordioso "o toma pela mão".
Por isso, confessamos que a salvação é obra exclusiva de Deus, ação soberana.
Oração: Pai, tu és misericordioso. Concede, pois, que reconheçamos que foi a tua mão que nos trouxe a vida, foi a tua tua mão que nos tirou do império das trevas, foi a tua mão que nos libertou da escravidão do pecado. É o que peço no nome do Senhor Jesus Cristo.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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