(...) desde o princípio anúncio o que há de acontecer (...) Isaías 46.10
De acordo com alguns psicólogos o ser humano está sempre em continua busca por segurança. Quer consegui-lá no trabalho, no relacionamento, com a família, com o dinheiro, contudo, quanto mais buscam "certezas", mais "incertezas" encontram. Sabem que num dia tem algo e amanhã já não tem.
A segurança de fato é importante, mas a segurança do cristão não se fundamenta na força de seu braço ou nos projetos humanos, o crente tem uma base, de fato, "segura", o Deus revelado nas Sagradas Escrituras.
Em Hebreus 13.5, o escritor diz: "contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei". Imediatamente em seguida encontramos "Assim, afirmem os confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?"
O texto meditado nos dá certeza que para o nosso Deus o futuro "não é incerto". Em relação a história, o seu conselho permanecerá de pé, ele fará toda a sua vontade. E se considerarmos que servimos a um Deus infinitamente bom e sábio, encontraremos descanso para nossas almas.
Nossa vida está nas mãos de Deus, e isso é mais do que suficiente para nós.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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