(...) como suspira a corça pelas correntes de água, assim por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo (...) - Salmo 42.1,2a
Recentemente escrevemos devocional acerca da finalidade principal da existência humana: a glória de Deus.
Contudo, o catecismo batista afirma em sua resposta a primeira pergunta, que não fomos feitos apenas pra glorificar a Deus, mas também para nos "deleitarmos" Nele e "para sempre".
É certo que é preciso primeiro glorifica-lo para depois gozá-lo.
Nós existimos para Deus e não podemos nos deleitar em qualquer outro senão no próprio Deus. O salmista assevera que na "presença de Deus" há "plenitude de alegria e em sua destra "delícias perpétuamente (Sl 16.11). Essa alegria decorre do fato de estarmos num relacionamento certo com Deus, que só é possível quando estamos em seu Filho Jesus Cristo. Quando estamos unidos a Deus, o que nos importa é primeiro fazer aquilo que lhe agrada e consequentemente, experimentamos de todos os benefícios da nossa união com Ele.
Devemos ser diligentes em nossa caminhada com o Senhor, desejando-o a fim de que não nos reconheçamos entre aqueles que professam a fé, mas são frios, apenas formais e aderentes de um credo.
Oh! Senhor que nossa alma possa "suspirar por ti" e ter "sede de ti". Conceda que no nosso viver diário a gente possa experimentar a doçura do teu Ser. Que a cada manhã Senhor nosso, tu nos despertes e nos atraia para ti. É o que pedimos no nome de Jesus, nosso amado Salvador.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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