"(...) o plano do Senhor dura para sempre (...)" - Sl 33.11
Nós seres humanos procuramos nos organizar, traçamos metas, fazemos planos não apenas para as nossas viagens de férias, mas também pra nossas vidas.
Deus também é ordeiro. Ele em sua infinita sabedoria traçou um plano que envolve todas as coisas. Não há nada na história que aconteça fora dele.
Esse plano na teologia é chamado de "decreto" que nada mais é do que o "eterno propósito" de Deus em relação a tudo o que acontece.
As pessoas sem Cristo, vivem ansiosas e sem qualquer sentido existêncial.
O crente, porém, vê Deus sentado em seu Trono e descansa por saber que o Deus que formulou seu decreto, conforme o conselho da sua vontade é o seu Pai Celestial pessoal, de infinito amor. O crente sabe que nem mesmo as coisas mais insignificantes escapam do controle do Pai, o que dizer dos pequenos males e problemas que enfrentamos nessa vida?
O mundo está nas mãos do nosso Grande Deus. Nisso cremos, pois desse modo Ele se revelou em sua Palavra.
Não escolhemos o que queremos crer a respeito de Deus, cremos naquilo que Ele revelou sobre si mesmo em sua Palavra, ainda que exceda a nossa compreensão.
O que nos deve confortar é saber que o Deus a quem chamamos de Pai, que é infinito, santo, soberano, está assentado no Trono. Ele nos escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, Ele nos guardará eternamente, assim como afirma o salmista: o plano do Senhor "dura para sempre".
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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