"(...) posto a nossa esperança no DEUS VIVO (...)" - 1 Tm 4.10
"Há um só Deus, -o DEUS VIVO- e verdadeiro, essa é a resposta do nosso catecismo a pergunta de número 5: Há mais de um Deus?.
Há muitos deuses por aí, "mas todos feitos por mãos humanas", destituídos de qualquer sinal de vida (Sl 115.6-7). Paulo, aos Tessalonicenses, escreve que dava graças a Deus porque, dentre tantas coisas, eles haviam deixado os ídolos e se convertido ao DEUS VIVO (1 Ts 1.9).
Somente o Deus revelado na História e por fim nas páginas das Sagradas Escrituras pode ser chamado de DEUS VIVO, e isso porque só Ele possui "a vida em si mesmo" e é a "fonte de vida para todas as suas criaturas" (Leonard T. Van Horn).
Como bem profetizou Jeremias "o Senhor é verdadeiramente Deus, ele é o Deus VIVO e o Rei eterno" ( Jr 10.10)
Em nossos dias, muitas pessoas vivem como se Deus não existisse ou como se estivesse morto, conforme frase atribuída ao filósofo alemão Nietzsche. Porém, o nosso Deus continua o mesmo- reinando soberanamente sobre o alto e sublime trono.
Deus não está morto, ele vive e reina para sempre. Ele é quem tem em suas mãos as rédeas do universo. Não há quem possa lhe questionar que fazes?
Deus está vivo, e não está distante, mas também no meio do seu povo, como bem afirmou Josué (3.10).
Que a nossa esperança esteja Nele, pois dele vem a nossa salvação, e em mais ninguém.
Diante disso, que possamos nos unir ao Salmista para expressar o maior de todos os desejos:
"Como suspira a corsa pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do DEUS VIVO" (Sl 42.1,2).
Que assim seja, Amém.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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