"(...) Jesus Cristo seja glorificado em vós" - 2 Tes. 1.12
Cristo não só deve ser glorificado por nós, mas também glorificado em nós. Aliás, existimos para esse fim (Rom. 11.36).
O versículo meditado faz parte da oração de Paulo pelos Tessalonicenses. Diz ele "rogamos sempre por vós", ou seja, intercedemos por vós continuamente. Entre os pedidos de Paulo estava esse "para que o nome do Senhor seja em vós glorificado".
Irmãos queridos, esse pedido deve ser realizado continuamente, não apenas pelos pastores , não apenas por nós mesmos, mas pela Igreja, "uns pelos outros" , a fim de Cristo seja glorificado através do seu "corpo" a Igreja.
Não devemos apenas orar e permanecer inertes, mas nos aplicar, confiando na graça, que nos faz abundantes em toda boa obra.
Devemos nos esforçar para fazer Cristo glorificado em nós.
Para John Piper "Deus é mais glorificado em nós quando nos estamos mais satisfeitos nele.
Aos Filipenses, Paulo afirma que Cristo seria honrado ( engrandecido) em seu corpo, quer fosse por sua vida ou por sua morte. Pois para ele, o viver era Cristo.
Você encontrou em Cristo o seu "tudo", ou você sente falta de mais alguma coisa? Se você está satisfeito, então, você verdadeiramente o encontrou.
Pai esse é o nosso anseio, que a cada manhã, o Senhor nos conceda desfrutar mais de Cristo. O pão vivo que desceu do céu.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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