"(...) útil para a educação na justiça"- 2 Tm 3.16
Temos uma regra pela qual podemos glorificar a Deus e ter comunhão com Ele. E a Palavra de Deus que se encontra no AT e NT, é a "regra suprema" para nos "orientar" na maneira de glorificá-lo e gozá-lo.
Uma regra nos indica uma direção ou uma ordem. Compreende a ideia de um caminho reto pela qual o homem pode chegar ao melhor fim possível.
Todos nós precisamos de um "padrão objetivo" pela qual nossa vida seja modelada e esse padrão não deve ser outro senão a Palavra de Deus (Leonard T. Van Horn).
Contudo, não devemos nos limitar apenas a crer na autoridade das Sagradas Escrituras, mas também viver de conformidade com que ela nos ensina. Devemos, combater em nossas vidas a aridez espiritual, a ortodoxia morta, ou seja, uma vida "sem vida" que se limita a ter mente cheia de informações, mas sem andar com Jesus no dia a dia. Não somos chamados pra ir até as Sagradas Escrituras pra alimentar nossa curiosidade por informações, mas pra nos alimentar de Cristo. É de Cristo que necessitamos a cada manhã, a cada dia, na existência. Sem Cristo, a vida não é vida por mais "religiosa" que seja.
Precisamos reexaminar nossa conduta, a fim de certificarmos se estamos servindo ao Senhor de coração, "em espírito e em verdade", se há verdade no mais profundo do nosso ser.
Conclusão:
a)temos uma regra pela qual podemos glorificar a Deus e gozá-lo,
Talvez devamos lembrar que a Escritura não é útil só para "doutrina", mas também "para a educação na justiça" (Leonard T . Van Horn). É exatamente sobre isso que Paulo escreve a Timóteo na passagem escolhida.
Que o Senhor nos lembre diariamente dessa verdade.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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