(...) vossa eleição é de Deus"- 1 Tessalonicenses.1.4
O Senhor Jesus disse certa vez aos seus discípulos "não fostes vós que escolhestes a mim, fui eu quem escolhi a vós" (Jo 15.16).
O leitor assíduo e atento da palavra de Deus sabe que essa escolha "é de Deus",ou seja, é ele quem faz, de forma livre, soberana e graciosa.
Referida escolha foi feita, não na história, mas "antes da fundação do mundo" (Ef. 1.4). Pois bem.
Aqui Paulo se dirige aos Tessalonicenses como eleitos de Deus.
Contudo, não se trata de palavras lançadas "ao vento". Havia um motivo para o apóstolo fazer tal afirmação. Aqueles crentes possuíam uma fé operosa.
Ele declara que sempre dava graças a Deus por eles e fazia menção deles nas orações (v.2). O apóstolo tinha boas lembranças daqueles crentes, descrevendo-as "lembrando-nos, sem cessar
I. Da obra da vossa fé,
II. Do trabalho
III. Do amor
IV. Da paciência
V. Da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Pai (v.3).".
Pois bem, será que o mesmo pode ser dito ao nosso respeito?
Possuímos uma fé operosa?
Jesus disse que sua escolha é "para que" a gente "de fruto e o nosso fruto permaneça"(Jo 15.16).
Deus nos livre da fé "dos demônios" (Tiago 2.19), daquela fez que não desemboca em boas obras (Tiago 2.14).
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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