"(....)nos foram concedidas todas as coisas" - 2 Carta de Pedro 1.3
Jamais conseguiriamos enfrentar a carne, o mundo e o diabo com nossas próprias forças. Aliás, é importante meditar se temos em nós alguma força.
Deus tem sido condescendente conosco, ele não só nos ordena a fazer o que ele quer, como também nos habilita a fazer o que ordena.
Nessa passagem entra em cena não o nosso poder, mas o "poder de Deus". É por esse poder imensurável, que se afirma que "nos foram concedidas todas as coisas que conduzem a vida e a piedade". Isso significa que as bênçãos que temos recebido de Deus, em Cristo, são suficientes para o crescimento de cada um de nós. A principal dessas bênçãos é o Espírito Santo porque é somente por meio dele que temos a capacidade de fazer boas obras (aquelas que agradam a Deus). É pela influência do Espírito Santo em nós que somos habilitados a "querer e a efetuar". Isso não significa que devemos permanecer inertes. O próprio versículo analisado não abre espaço para escusas. Devemos fazer o que o Senhor mandar, sabendo que o próprio Deus que manda, nos capacita a fazer. Então, "faça" e quando você fizer saiba que você não tem do que se gloriar, primeiramente porque fez nada mais do que a sua obrigação. Em segundo lugar, você só fez por causa do poder de Deus.
Glória pois a Ele, pelos séculos dos séculos.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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