(...)procurem, com empenho cada vez maior, confirmar a vocação e a eleição de vocês (...) - 1 Pe 1.10.
Não existe maior armadilha pra um individuo que professa ser cristão, do que ele ter uma falsa segurança de salvação.
É possível que uma pessoa esteja na igreja, mas não faça parte do Corpo.
É possivel que fale de Jesus, mas não esteja unida a Ele.
No contexto da passagem meditada, Pedro vai dizer que as bênção que nós recebemos de Deus são suficientes para o nosso crescimento espiritual (1.3). Daí em diante, ele passa a falar de como progredir na fé. Até que ele chega ao versículo 10, onde ele exorta os seus leitores a um auto-exame.
É nossa responsabilidade diligenciar e com empenho progressivo, confirmar o nosso chamado e eleição.
Você já meditou nesses dia: Eu estou em Cristo? O seu desejo continuo é agrada-lo mais e mais? Você odeia tudo aquilo que te pode separar dele? Você tem suplicado para que o Espírito Santo te habilite a ser mais e mais parecido com Cristo?
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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