(...) para que eu seja glorificado"- Isaías 60.21
É conhecida afirmação de que o fim principal do homem "é glorificar a Deus".
Isso significa que este universo e todas as coisas existem para o bom prazer e glória de Deus. Tudo é dele, por meio dele, e para Ele (Rm 11.36).
Isso também significa que o mundo não gira em torno de você, mas de Deus.
E se "glorificar a Deus" é a finalidade da vida humana, faremos bem se nos atentarmos ao que prescreve o apóstolo aos corintios "quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus"(1 Co 10.31).
Na passagem do livro de Isaias acima lemos que o Senhor "fez seu povo", tal como o oleiro molda o barro "e o fez para sua glória". Certamente isso se aplica a cada um de nós. Foi o Senhor que nos fez "povo seu e ovelhas do seu pasto" (Salmo 100.3). Foi o Senhor que nos escolheu, foi Ele que nos chamou, foi Ele que nos "plantou para a sua glória" (Is 61.3). Paulo afirma que Deus nos predestinou para ele, para sermos adotados como seus filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o propósito de sua vontade, "para louvor da glória de sua graça" que Ele nos concedeu gratuitamente no amado (Ef.1.4,6). Aos Romanos, ele escreve que "nenhum de nós vive pra si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, é para o Senhor que vivemos, se morremos, e para o Senhor que morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor"(Rm 14.7,8). Somos chamados pelo nome do Senhor e "criados para sua glória" (Is 43.7).
Você já se perguntou porque existe? A glória de Deus é seu constante amor e objetivos? Você está disposto a viver esse dia para a glória de Deus?
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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