"(...)Aquele que começou boa obra em vós há de completa-la(...)" Filipenses 1.6
Num passeio por qualquer cidade é possível que encontremos várias obras inacabadas. Elas foram começadas um dia, nas não puderam ser concluídas por várias razões. É compreensível que isso aconteça com o homem, visto que os seus recursos podem se esgotar.
Contudo, os recursos de divinos são inesgotáveis. Não há uma obra divina inacabada. Tudo o que Ele começou Ele terminou. Aliás, o que pode impedi-lo? O que seria demasiadamente difícil pra ele?
Nenhum crente conhecedor das Sagradas Escrituras desconhece que seu dever é "ser perseverante na fé" e "perseverante até o fim". Certamente essa é nossa responsabilidade. Mas aqui, neste texto, Paulo não fala da responsabilidade humana, mas da "preservação divina". Perseveramos na fé e perseveraremos até o fim por que "Deus nos preserva".
Paulo diz "Estou plenamente certo", ou seja, não há qualquer espaço pra dúvida em relação a isso.
Ele continua afirmando "de que aquele". A quem Paulo se refere com essa expressão? Se refere a "Deus", Aquele que "iniciou em nós" aquilo que ele chama de "boa obra" (obra da graça, a salvação concedida). Ele a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus.
Ou seja, não haverá embargos de obra ou interdição. Não haverá interrupções, porque aquele que começou é Deus, certamente está obra será terminada.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
Comentários
Postar um comentário