"(...) não somos consumidos(...)"- Lamentações de Jeremias 3.22
Não somos consumidos por alguma razão, o texto desta manhã, afirma que "Graças ao grande amor do Senhor não somos consumidos".
O amor de Deus (o Senhor) "é grande", não é limitado, jamais se esgota, é uma fonte que jamais seca. O amor de Deus por nós é inalterável, não pode ser diminuído. Ele decidiu nos amar. É uma decisão que Ele tomou nos conhecendo bem.
É por causa deste incomparável amor "que não somos consumidos", destruidos ou esmagados por sua justiça. É por causa deste amor que não somos abandonados quando pecamos, é por causa deste amor que não somos deserdados da família de Deus. É por causa deste amor que somos preservados até o fim.
"Pois as suas misericórdias são inesgotáveis".
Deus fez um pacto de graça com o seu povo, e Ele é fiel para cumprir o que Ele prometeu.
É pelo Espirito Santo (em quem estamos selados para o dia da redenção) que somos trazidos ao arrependimento quando pecamos, que somos habilitados a clamar por misericórdia, e dela recebemos, porque não são como os recursos humanos que se esgotam. Jamais! suas misericórdias não tem fim.
Você já foi alcançado por este amor? Já experimentou desta misericórdia? Aliás, o que justifica o pulsar do coração senão este amor de Deus por você.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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