"Alcançou misericórdia para ser fiel" 1 Co 7.25
Paulo, faz a declaração acima num contexto em que fala sobre casamento e sobre os problemas conjugais em tempos de tribulação. Ele orienta aos solteiros sobre a sua condição e diz "dou minha opinião, como quem tem recebido do Senhor a misericórdia para ser fiel".
Por óbvio, essa última afirmação não diz respeito só a Paulo, tampouco se limita as questões de casamento e solteirice, todos nós precisamos receber essa "misericórdia para sermos fiéis".
Precisamos ser fiéis ao Senhor em qualquer área da vida, mas sabemos que sem a atuação de Deus em nós, somos incapazes.
E não é isso que reconhecemos quando cantamos: "O meu ser é vacilante, toma-o, prende-o com amor".?
Essa música é uma "oração", vemos nela o reconhecimento de nossa instabilidade "o meu ser é vacilante". Por isso, oramos fervorosamente e constantemente "toma-o, prende-o com amor". Para qual objetivo? "Para que eu a todo instante glorifique a ti Senhor". Ou seja, a fim de que eu seja fiel a Ti, Senhor.
Deus iniciou "uma obra em nós" e Paulo inspirado pelo Espirito Santo garante "Ele vai terminar" (Fl 1.6). Louvado seja Deus, que tem operado sua obra em nós, a fim de nos conformar, dia a dia, a imagem de Cristo Jesus, foi para isso que Deus nos predestinou (Rm. 8.29).
Oração: Pai, Tu és a fonte de toda bênção, portanto, Oh! Deus, segure em nossas mãos, afim de que jamais venhamos envergonhar o teu nome. Nos guarda de cairmos no pecado e ofendermos a Ti, é o que pedimos em nome de Jesus Cristo, o teu Filho Amado. Amém.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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