(...) Graça e paz(...)- Filipenses 1.2
Essa é uma saudação comum nas cartas de Paulo.
Você já se perguntou por que a "graça" precede a "paz" na saudação?
Isso acontece, pela simples razão de que sem "graça" é impossível ter "paz".
É pela graça de Deus em Cristo que somos aceitos, e uma vez reconciliados com o Pai por Cristo Jesus (o único mediador entre Deus e os homens) temos paz com Deus.
Não é por outra razão que Paulo afirma que essa "graça e paz" é da parte de Deus Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
A Confissão de fé Batista de 1689 afirma que "Por sua obediência perfeita, e pelo sacrifício que fez de si mesmo (que Ele, pelo Espirito Santo, ofereceu a Deus uma única vez), o Senhor Jesus satisfez plenamente a justiça de Deus, obteve RECONCILIAÇÃO e adquiriu uma herança eterna no reino dos céus, para todos quantos foram dados a Ele pelo Pai".
Em sua carta aos Romanos no capítulo 5 e Vs.1 e 2, Paulo assevera que "Justificados, pois, mediante a fé, TEMOS PAZ COM DEUS por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por meio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta GRAÇA na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus".
Ou seja, temos "paz" porque já fomos reconciliados (Rm 5.11), estamos em paz com Deus, e agora temos acesso a presença Dele por causa de Cristo e por seus Méritos.
Isso não é maravilhoso?
Isso aconteceu com a gente também. Se você crê em Jesus, não existe mais barreiras que o impeça de ter comunhão com Ele e chama-lo de Pai.
Com isso em mente que vivamos mais um dia em gratidão a Ele, pelo Salvador maravilhoso que Ele nos deu. Salvador Suficiente.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
Comentários
Postar um comentário