"(...)nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo" - Efésios 1.5.
Muitas crianças estão a espera de adoção nos orfanatos. Algumas passarão mais tempo que outras a espera de alguma família que possa recebe-las. Outros atingirão a maioridade sem família. Creio que o estado desses últimos é muito pior.
Da mesma forma, estávamos nos sozinhos, desprezados, sujos, maltrapilhos, no charco de lodo. Mas o Senhor se apiedou de nós. Ele nos viu em nossa condição e nos tomou nos braços e nos adotou em sua família, por Cristo Jesus.
Paulo afirma que somos adotados "por Jesus Cristo". Isso significa que sem Cristo jamais receberíamos qualquer bênção de Deus, especificamente, essa graça que ele nos apresenta que é sermos adotados em Jesus Cristo para fazer parte da grande família do Pai.
Pois bem, é em Jesus e por causa Dele, que somos feitos participantes da graça da adoção, ou seja, somos recebidos "no número dos filhos de Deus" para desfrutar "das liberdades e privilégios dessa condição".
Quando nos tornamos filhos de Deus por Jesus Cristo, recebemos sobre nós o nome de Deus, o espírito de adoção. Temos o acesso com ousadia ao seu Trono de Graça, chamamos "Aba Pai", recebemos compaixão, proteção e a provisão de nossas necessidades. Somos disciplinados pelo Pai quando pecamos, porém, não somos rejeitados por Ele, pois estamos selados para o dia da redenção. Por fim, somos herdeiros das promessas, na qualidade de herdeiros da salvação eterna (CBL 1689).
Glória a Deus, pois por Cristo Jesus. Que vivamos essa semana com essa verdade em mente, somos filhos de Deus e isso é a melhor coisa que alguém poderia receber.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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