"Eu sou hebreu e temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra seca"-Jonas 1.9
Ontem vimos acerca da fuga de Jonas e por fim, como foi lançado ao mar e engolido por um grande peixe.
Porém, se fizermos uma retrospectiva deste episódio, veremos Jonas ser descoberto no porão do navio pelo comandante, enquanto dormia profundamente. E um pouco depois, cair sobre ele a sorte lançada pelos marinheiros, a fim de descobrirem o culpado por tamanha tempestade.
Ao ser descoberto Jonas é questionado acerca de sua origem, ocupação, e a razão daquela tempestade.
Além de confessar que fugia do Senhor ele fez a declaração acima, o tema de nossa meditação.
Vocês notaram que Jonas era alguém ortodoxo? Ele diz: "temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra seca". Jonas era alguém que conhecia verdade, que sabia explicar "as razões de sua esperança".
Contudo, apesar de conhecer a verdade, Jonas desobedeceu uma ordem de Deus.
Meus irmãos não podemos separar a doutrina da vida. Não podemos divorciar o conhecimento da prática. Devemos conhecer a Deus e a sua vontade e por sua graça, procurar honra-lo e obedece-lo. Triste coisa é conhecermos a verdade e insistirmos em nega-lá em nosso viver diário.
Jonas conhecia acerca de Deus, sabia ser Ele o "Deus do céu", o Deus que fez a terra seca e aquele mar que estava agitado diante deles, mas ainda assim, ele tinha desobedecido a Palavra do Senhor.
Como é que você tem vivido?
Você conhece a verdade? Você tem vivido a verdade aprendida?
Que o Senhor nos livre de nós mesmos, para a glória do seu Nome.
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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