"(...) a esses chamou(...)"- Romanos 8.30.
Existe um chamado particular, individual e interno. Cada crente que teve um encontro pessoal com Jesus, sabe disso.
Embora, nem toda conversão seja dramática como afirma Martyn Lloyd-Jones. Contudo, não há um crente sequer que não tenha sido atraído irresistívelmente a Cristo. Todos sem exceção, foram chamados individualmente, de modo que se arrependeram de seus pecados e se agarraram com fé em Jesus.
No tempo determinado por Deus, por meio da pregação e da ação do Espírito Santo, Deus iluminou a sua mente para compreender o que antes você não entendia. Tirou o coração de pedra e lhe deu um coração de carne, renovou a sua vontade e pela sua Onipotência fez você disposto a crer.
De outra forma, você JAMAIS teria vindo a Cristo. Isso não é maravilhoso?
Pense, você estava morto espiritualmente. Um morto, não ouve, não sente, não vê. É indiferente a qualquer demonstração de afeto. Apenas, após Deus lhe conceder a nova vida, você pode ver e ouvir e sentir o seu amor. Isso devia fazer de sua vida um culto. Isso devia gerar em você um oceano de gratidão. Isso devia mexer com seus afetos. Isso devia incendiar a sua alma. Louvado seja o nosso Deus e Pai, por Jesus Cristo nosso Senhor e pelo Santo Espírito que nos foi dado, em quem estamos selados para o dia da redenção.
"Oh! meu Senhor, dá-me mais gratidão por tudo que tu fizeste por mim. Por tua graça no meu coração que me encheu de ventura sem fim. Mais grato a ti, mais grato a ti, mais consagrado ó faz-me Senhor, mais humilhado e cheio de amor, faz-me mais grato a ti, mais grato a ti" (Harpa Cristã)
Aldair Ramos Rios
Geralmente quando saímos em defesa da confessionalidade, somos frequentemente mal compreendidos. E lá vem a voz do “crente biblicista”, com a seguinte argumentação: – Só leio a Bíblia.A questão não é se você lê a Bíblia (por que isso é obrigação de todo crente), mas como você lê? Vamos esclarecer? Defender a confessionalidade não é discutir a autoridade bíblica, mesmo por que, partimos da AFIRMAÇÃO que a Escritura Sagrada sempre será nossa única regra de fé e prática. O que queremos dizer com isso é que seria impossível ler as Sagradas Escrituras sem pressupostos interpretativos e teológicos. No texto de Davi Charles Gomes, postado no site Coram Deo¹, encontramos a seguinte constatação. Toda interpretação (toda "leitura") parte de pressupostos, de uma experiência pessoal, de uma história; ela nunca é uma leitura "neutra", destituída de preconceitos e outros antecedentes. Basta lembrar que a própria língua de cada povo já estabelece limit...
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