"(...) não que por nós mesmos, sejamos capazes de
pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa
suficiência vem de Deus (...)" - 2 Co 3.5.
Paulo, estava falando aos Coríntios acerca da confiança que tinha diante de Deus da autenticidade de seu ministério, e do fato de que tal confiança não vinha dele mesmo, mas por "intermédio de Cristo".
Aliás, Paulo desaprovava qualquer dependência na habilidade humana, é o que vemos em sua primeira carta aos Coríntios:
"Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus (1 Co 2.1-5).
Para Paulo, quem o "habilitou" para ser ministro da nova aliança "foi Cristo", de modo que, embora tivesse muitas habilidades, reconhecia a fonte delas "a nossa suficiência vem de Deus".
É assim que todo crente regenerado deve viver, reconhecendo que todo bem que faz "não vem de si mesmo". Ao nascer de novo o crente tornou-se alguém "humilde de espirito"(Mt 5.3), ele não vive mais "cheio de si", gloriando-se de suas potencialidades, ele não confia mais em sua eloquência ou no seu poder de persuasão, não "confia mais na força do seu braço". É alguém que agora segue o exemplo do seu mestre que "a si mesmo se esvaziou", que não tem mais segurança própria ou autodependência.
Nas palavras de Martin Lloyd-Jones, o humilde de espírito é aquele que reconhece que "nada somos, nada temos" é que "depende inteiramente da misericórdia e da graça de Deus".
O que você costuma pensa sobre si mesmo?
Que o Senhor nos transforme por sua graça, é o que peço no nome de Cristo Jesus.
Aldair Ramos Rios
Paulo, estava falando aos Coríntios acerca da confiança que tinha diante de Deus da autenticidade de seu ministério, e do fato de que tal confiança não vinha dele mesmo, mas por "intermédio de Cristo".
Aliás, Paulo desaprovava qualquer dependência na habilidade humana, é o que vemos em sua primeira carta aos Coríntios:
"Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus (1 Co 2.1-5).
Para Paulo, quem o "habilitou" para ser ministro da nova aliança "foi Cristo", de modo que, embora tivesse muitas habilidades, reconhecia a fonte delas "a nossa suficiência vem de Deus".
É assim que todo crente regenerado deve viver, reconhecendo que todo bem que faz "não vem de si mesmo". Ao nascer de novo o crente tornou-se alguém "humilde de espirito"(Mt 5.3), ele não vive mais "cheio de si", gloriando-se de suas potencialidades, ele não confia mais em sua eloquência ou no seu poder de persuasão, não "confia mais na força do seu braço". É alguém que agora segue o exemplo do seu mestre que "a si mesmo se esvaziou", que não tem mais segurança própria ou autodependência.
Nas palavras de Martin Lloyd-Jones, o humilde de espírito é aquele que reconhece que "nada somos, nada temos" é que "depende inteiramente da misericórdia e da graça de Deus".
O que você costuma pensa sobre si mesmo?
Que o Senhor nos transforme por sua graça, é o que peço no nome de Cristo Jesus.
Aldair Ramos Rios
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