"(...) Que é que possuis que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que haveria de te ensoberbecer como se não o tivesses recebido? (1 Co 4,7) Se tem algo que ameaça o nosso coração é a soberba, podemos lá no fundo nos sentir a "última bolacha do pacote" ou a "peça que faltava no tabuleiro". Ou pior, podemos pensar em termos de merecimentos, como se toda dom perfeito ou toda boa dádiva não viesse do Pai das luzes (Tiago 1.17), mas de nós mesmos. Por essa razão, devemos pensar acerca do questionamento de Paulo, "o que é que possuis que não tenhas recebido?", ou seja, o que temos propriamente nosso? A vida está em nossas mãos? O viver e o morrer estão sob o nosso comando? As habilidades que temos conquistamos pelo nosso esforço? Não! De modo nenhum. A fonte de todo bem é o nosso Deus. É ele quem opera em nós "tanto o querer quanto o realizar, segundo a sua boa vontade (Fil. 2.13)". Não por outra razão cantamos "fonte ...
Apontamentos de um aluno