"Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que receberam pela justiça de nosso Deus e Salvador Jesus Cristo uma fé de igual valor à nossa (...)" (2 Pe 1.1).
Pedro escreve a sua "segunda carta" para aqueles que foram agraciados com a fé.
Nesse sentido, todo e qualquer crente que de fato tenha tido um encontro pessoal com Jesus está incluso no rol dos que "receberam" a fé (2 Pe 1.1).
Alguns podem entender essa fé como um corpo de crença, contudo, é mais provável que se refira a experiência subjetiva que os cristãos têm da fé.
A fé recebida para crer. A fé salvadora.
Evidente que essa "experiência subjetiva" esta unida a "fé objetiva - sistema de crenças", uma vez que a fé não se fundamenta no vácuo, mas sobre verdades anunciadas a respeito de alguém.
Tal fé, não tem outro objeto senão Cristo.
É pelo conhecimento de "nosso Senhor" que "graça e paz" nos são "abundantemente concedidas".
É pelo conhecimento do Senhor que nos são dadas todas as "condições necessárias para vida e para a piedade"(2 Pe 1.3).
A primeira lição aprendida é que o homem é passivo na salvação; a fé, a graça, a paz e todas as coisas necessárias a vida e a piedade nos são concedidas por Deus.
Toda a nossa vida, desde o inicio da fé até a sua consumação, é obra da graça operada na alma.
E por fim, ainda que se considere a fé apenas como "corpo de doutrinas", tais verdades também foram "entregues" (Jd 3), ou seja, cremos num conjunto de verdades oriundas da Revelação de Deus ao homem e não fruto da engenhosidade humana.
Nossa fé descansa na fidelidade de Deus e se fundamentada na verdade por ele revelada (1.12-21).
Louvado seja Deus que nos dá todas as coisas,
Somos pobres e miseráveis,
Ele é a fonte de todas as bênçãos.
Aldair Ramos Rios
Pedro escreve a sua "segunda carta" para aqueles que foram agraciados com a fé.
Nesse sentido, todo e qualquer crente que de fato tenha tido um encontro pessoal com Jesus está incluso no rol dos que "receberam" a fé (2 Pe 1.1).
Alguns podem entender essa fé como um corpo de crença, contudo, é mais provável que se refira a experiência subjetiva que os cristãos têm da fé.
A fé recebida para crer. A fé salvadora.
Evidente que essa "experiência subjetiva" esta unida a "fé objetiva - sistema de crenças", uma vez que a fé não se fundamenta no vácuo, mas sobre verdades anunciadas a respeito de alguém.
Tal fé, não tem outro objeto senão Cristo.
É pelo conhecimento de "nosso Senhor" que "graça e paz" nos são "abundantemente concedidas".
É pelo conhecimento do Senhor que nos são dadas todas as "condições necessárias para vida e para a piedade"(2 Pe 1.3).
A primeira lição aprendida é que o homem é passivo na salvação; a fé, a graça, a paz e todas as coisas necessárias a vida e a piedade nos são concedidas por Deus.
Toda a nossa vida, desde o inicio da fé até a sua consumação, é obra da graça operada na alma.
E por fim, ainda que se considere a fé apenas como "corpo de doutrinas", tais verdades também foram "entregues" (Jd 3), ou seja, cremos num conjunto de verdades oriundas da Revelação de Deus ao homem e não fruto da engenhosidade humana.
Nossa fé descansa na fidelidade de Deus e se fundamentada na verdade por ele revelada (1.12-21).
Louvado seja Deus que nos dá todas as coisas,
Somos pobres e miseráveis,
Ele é a fonte de todas as bênçãos.
Aldair Ramos Rios

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