No final do século 19 e início do século 20, nos Estados Unidos, a missão da Igreja foi dilacerada entre um “evangelho social” e um “evangelho individual”, ambos unilaterais e parcializadores. A missão, tantas vezes atrelada a interesses secularistas na culturas, impérios e sistemas políticos ou econômicos, foi violentada e empobrecida. todas estas esferas de poder são importantes no cumprimento da nossa missão, quem no dera ter mais estadista no mesmo patamar de Kuyper, para que pudêssemos como dizia Dom Robinson , "manifestar com a maior densidade possível um reino que será instaurado por completo ali e alem. Aqui ao contrario do que propunha e vivia kuyper temos igrejas e movimentos cooptados por partidos e ideologias, e do outro lado o escapismo espiritualista que vê demônio até na roda da bicicleta.
Aos extremismos, liberal e fundamentalista, devemos optar sempre pelo evangelicalismo — com toda a sua história de piedade engajada, de um Wilbeforce ou um Lord Shaftsbury, Jhon Wesley, Scheaffer, Stott. Somos Herdeiro da pré-reforma, da reforma, do pietismo, do avivalismo e do movimento missionário, com seu conteúdo de uma teologia bíblica e histórica,que foi capaz de, devolver à Igreja a sua missão recomposta: “o Evangelho todo, para o homem todo e para todos os homens", que, na resolução da Conferência de Lambeth, de 1988, dos bispos anglicanos, deve incluir e integrar as dimensões:
a) proclamar as boas novas do reino;
b) ensinar, batizar e instruir os convertidos;
c) responder às necessidades humanas por serviço em amor;
d) procurar transformar as estruturas iníquas da sociedade; e) defender a vida e a integridade da criação.
ERIC RODRIGUES
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