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Mostrando postagens de setembro, 2016

SOMOS DE DEUS

Nessa correria louca, uma das maiores necessidades que tenho é parar p ra meditar sobre a Beleza de Deus, a fim de não me desesperar da vida. Esse mundo (com seus valores ou falta deles) é mal, aliás, o mundo jaz no maligno, como registrado em 1 João 5.19. O que nos conforta é a informação que precede a essa, a qual diz que "Estamos cientes que somos de Deus..." . Somos de Deus "na vida e na morte" e se pertencemos a Ele, confiamos em sua justiça e misericórdia, mesmo quando as coisas não vão muito bem. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 8:38,39 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a prof...

QUEM VEIO PRIMEIRO, A BÍBLIA OU A IGREJA?

Concordo com SCOT HAHN que há "RAZÕES PARA CRER", aliás, bem disserta John Stott nesse sentido, quando escreve aquele famoso livreto "CRER É TAMBÉM PENSAR". O livro de Scott Hahn tem algumas particularidades, ele é proveitoso para aqueles que querem defender ou entender a posição católico-romana frente a outras tradições do cristianismo e até mesmo visões de mundo que se opõem a cosmovisão cristã. Embora o livro seja proveitoso, ele também possui as suas fraquezas, uma delas é a confusão que SCOTT faz entre SOLA SCRIPTURA e NUDA SCRIPTURA. Na verdade, a posição que ele afirmar refutar NÃO é a posição do protestantismo histórico   e sim um conceito distorcido defendido por grupos radicais que se autodenominam protestantes. Você pode ler vários textos, em que apresento partes das principais confissões de Fé da reforma que tratam sobre o tema. Mas hoje, gostaria de contestar mais uma das teses de SCOTT HAHN em seu livro "...

POESIA: NÃO SOU QUEM DEVIA SER

Sou tudo o que você achar que eu sou.  Só não sou o que devia ser. O que devia fazer não faço.  O que faço não devia fazer . Bom é o Senhor que conheceu  a minha alma e não me rejeitou. O que me encanta é saber que o evangelho me encanta,  é o doce que faltava na minha amarga alma.  É a vida que faltava nesta minha morte. Aldair Ramos Rios

MINHA SUFICIÊNCIA ESTÁ EM TI

Ó Pai,   A Ti eu clamo no dia da angustia, tu és o meu consolo, Me conheces mais do que a mim mesmo, Minha alma esta desnuda diante de ti. Cada manhã meu Senhor, faça com que eu contemple a tua Beleza, A tua gloria na face de Cristo, A fim de que as cargas da vida não me sufoquem. Concede ó Deus que o meu coração esteja satisfeito em ti, que no descansar debaixo de tuas asas eu possa encontrar segurança, que no caminhar eu nunca desvie o meu olhar de ti. Ó Pai, ajuda-me pois sou fraco, débil e inconstante, Não tenho firmeza inerente, mas em ti e de ti vem minha força. Pai santo, permita-me ver que o teu poder em mim se aperfeiçoa na fraqueza, que já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Não apenas, meu Deus, preciso confiar que o meu futuro está seguro em ti,  Que tens um plano perfeito para minha vida, que "todos os meus dias foram escritos e determinados por ti". Ó Pai querido, sei que...

É NECESSÁRIO RELEMBRAR ACERCA SUPREMACIA DAS SAGRADAS ESCRITURAS

Numa época de relativismos e de confusão que na contramão da afirmação paulina parece "não saber mais em quem tem crido" é necessário reforçar "velhas" , mas sempre "novas" verdades. A doutrina da SUPREMACIA DAS SAGRADAS ESCRITURAS sobre as demais "autoridades" , não é outra senão aquela expressada no princípio reformado "Sola Scriptura" . Esse princípio, ao contrário do que andam tagarelando alguns teólogos facebokianos, não dispensa a interpretação histórica da Igreja expressada nos antigos credos, conforme compreendida pelo consenso histórico dos fiéis. Não! O que o princípio ensina é que por meio da revelação escrita, todas as coisas devem ser examinadas.Conforme esboçada numa das primeiras Confissões de Fé da Reforma, a Helvética: A Escritura ensina plenamente toda a piedade . Julgamos, portanto, que destas Escrituras devem derivar-se [...] a confirmação de doutrinas e a refutação de todos os erros, assim com...