A preocupação com o social não me assusta, o que me assusta é
<<centralização no assistencialismo>>, como se essa fosse
a <<única e a mais urgente tarefa>> da Igreja de Jesus Cristo.
De fato, uma fé sem
obras é morta. Mas também nenhum valor tem as obras sem a fé.
O Cristianismo
histórico sempre buscou esse <<equilíbrio>> é só pensar na quantidade de escolas,
hospitais e trabalhos assistenciais que são feitos sem ajudas de partidos
políticos e sem qualquer apego a nenhuma ideologia política.
Por trás dessa centralização no assistencial,
<<pode existir>> um desejo de autopromoção, de ser visto como caridoso ou de
autojustificação.
Aldair Ramos Rios
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