Por que os protestantes colocam as Escrituras <<ACIMA>> da tradição e de outras autoridades?
Malgrado, concordemos que o que foi revelado primeiramente foi transmitido de forma oral e somente depois foi escrito, divergimos, na posição que <<tradição>> e as <<Sagradas Escrituras>> ocupam.
Na visão do catolicismo romano, <<Escritura e Tradição>> se complementam, <<constituem um só depósito sagrado>>. Segundo, o Papa Paulo VI, na Constituição Dogmática "Dei Verbum" <<a Igreja não tira só das Sagradas Escrituras a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas>>.
De acordo com o Catecismo da igreja Católica:
«A Tradição sagrada e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e
compenetradas entre si. Com efeito, derivando ambas da mesma fonte
divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim»
(46).
Uma e outra tornam presente e fecundo na Igreja o mistério de Cristo,
que prometeu estar com os seus, «sempre, até ao fim do mundo»
(Mt 28, 20).
O protestantismo, por sua vez, embora aceite a tradição, não a compreende estando num nível de paridade com as Sagradas Escrituras.
Aliás, sequer entende haver <<verdades necessárias a salvação>> fora das Sagradas Escrituras (favor se atentar ao comentário feito, após a exposição dos documentos históricos). Vejamos alguns dos principais documentos do protestantismo histórico:
Segunda Confissão Helvética:
"E nesta Escritura Sagrada a Igreja Universal de
Cristo tem a mais completa exposição de tudo o que se refere à fé
salvadora e à norma de uma vida aceitável a Deus;"
Os 39 artigos da religião Cristã:
"A ESCRITURA Sagrada contém todas as coisas necessárias para a salvação; "
A Confissão de Fé Batista de 1689:
Todo o conselho de Deus, concernente a todas as coisas necessárias para a sua própria glória, para a salvação do homem, a fé e a vida, está expressamente declarado ou necessariamente contido na Sagrada Escritura.
A Bíblia não é suficiente porque contem tudo, ela é suficiente porque nela contêm o NECESSÁRIO.
Não queremos afirmar com isso que fora das Sagradas Escrituras não haja verdade ou que toda a verdade necessariamente tenha que estar nas Escrituras.
Afinal, como afirma João <<Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém. >>(Jo. 21.25).
Malgrado, haja muitas coisas que Jesus tenha feito ou falado, cujo registro não temos nas Sagradas Escrituras, cremos, no entanto, estar nela registrado, tudo o que é NECESSÁRIO saber concernente a glória de Deus, salvação do homem, fé e vida.
Para Hermisten Maia:
"A Bíblia, como palavra inspirada e Inerrante de Deus, dá ao homem a resposta adequada às necessidades espirituais de que tanto carece, apontando para Jesus Cristo (Jo. 5.39) e para o poder de Deus. Nas escrituras encontramos a esperança da vida preparada, realizada e consumada pelo Triúno Deus (Rm.15.4; 1 Jo 5.13)"
I. A Necessidade das Escrituras
Isto posto, devemos primeiramente considerar a razão da <<PALAVRA ter sido ESCRITA>>.
Sabemos que a Palavra antes de ser escrita foi transmitida oralmente. Ou seja, o Livro foi a princípio <<Palavra>>. Aprendemos com os antigos protestantes franceses que:
"Foi Deus quem se fez conhecer aos homens. Primeiramente, por suas obras, tanto pela Criação como pela conservação e maneira como Ele a conduz.
Também, e mais claramente ainda, pela Palavra,
a qual foi primeiramente revelada verbalmente
e em seguida escrita nos livros que nós chamamos:
Santa Escritura. Rm 1.19,20; Rm 15.4; Jo 5.39; He 1.1; Gn 15.1; 3.15; 18.1; Ex 24.3,4; Rm1.2."(Confissão de Fé de Lá Rochelle de 1559)
Segundo Daniel Rops:
"Bem antes de ser um texto escrito, a Bíblia, em sua maior parte, constituiu ensinamento oral [...] Para que bem se compreenda como nasceu a Bíblia, é preciso que nos desfaçamos de nossos hábitos de homens modernos, homens da civilização do papel. Escrever e ler para nós são duas operações automáticas que imaginamos apenas como outras sociedades tenham podido dela totalmente prescindir. Tornaram-se nossa memória exangue e estéril e nossas faculdades de improvisação mais verbais e "eloquentes" que poéticas e proféticas.
Em Israel dos tempos antigos e até os dias de Cristo, procedia-se diversamente. Falar com arte e grande dom das fórmulas era o apanágio daqueles que, hoje em dia, seria "escritores". A memória aperfeiçoada era instrumento de escol. "Um bom discípulo, diziam dos doutores Judeus, é semelhante a cisterna bem cimentada: do ensino do mestre não deixa escapar uma só gota d’água".
Esta transmissão pela memória e pela palavra era extremamente facilitada oela própria técnica que lhe era aplicada.
Existia uma arte de aprender e guardar de cor que se aliava à arte de compor. Este "estilo oral" gravou de modo visível o texto, e a passagem para o escrito, em margem grande respeitou-lhe o molde [...]
Na época em que os hebreus de Moisés estiveram no Egito, havia quinze séculos que a escrita estava em uso corrente no país do Nilo. Esses elementos escritos, porém, não passaram, durante muito tempo, senão de auxiliares da memória, antes de serem inseridos na redação que possuimos.
E, coisa curiosa, o mesmo exatamente aconteceu aos textos bíblicos da tradição cristã, ao menos, aos Evangelhos [...] Os Evangelhos foram, certamente, a princípio "ditos" , bem antes de terem sido escritos [...]Durante, pelo menos, quatro ou cinco gerações, ouviram os cristãos o evangelho como história transmitida, de boca em boca, por testemunhas irrecusáveis [...]
A necessidade, contudo, de guiar os transmissores do evangelho, e o desejo de evitar os desvios, erros, exageros e deformações exigiram que se recorresse à escrita..."
As Escrituras naquele contexto medieval não era acessível a todo o povo e a Igreja católica romana não tinha para com as Escrituras, a mesma atitude que atualmente vemos em seus documentos.
<<O Livro "que deveria encontra-se, noite e dia, entre as mãos dos homens piedosos, jazia, em geral envolto e poeira">> (Daniel Rops).
Certamente, a crise espiritual pela qual atravessava a Igreja medieval era decorrente do "abandono" das Sagradas Escrituras por parte da sua liderança.
Ora, os reformadores ao proclamar o "Sola Scriptura", e colocando-a acima das demais autoridades, não estava criando nenhum "princípio novo", os reformadores tinham em mente, exatamente a mesma coisa.
A mensagem escrita deveria "guiar os transmissores do Evangelho", seu uso evitaria "desvios, erros, exageros e deformações".
Vejamos, alguns documentos históricos do protestantismo:
A Confissão de Fé Batista de 1689:
Todo o conselho de Deus, concernente a todas as coisas necessárias para a sua própria glória, para a salvação do homem, a fé e a vida, está expressamente declarado ou necessariamente contido na Sagrada Escritura.
A Bíblia não é suficiente porque contem tudo, ela é suficiente porque nela contêm o NECESSÁRIO.
Não queremos afirmar com isso que fora das Sagradas Escrituras não haja verdade ou que toda a verdade necessariamente tenha que estar nas Escrituras.
Afinal, como afirma João <<Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém. >>(Jo. 21.25).
Malgrado, haja muitas coisas que Jesus tenha feito ou falado, cujo registro não temos nas Sagradas Escrituras, cremos, no entanto, estar nela registrado, tudo o que é NECESSÁRIO saber concernente a glória de Deus, salvação do homem, fé e vida.
Para Hermisten Maia:
"A Bíblia, como palavra inspirada e Inerrante de Deus, dá ao homem a resposta adequada às necessidades espirituais de que tanto carece, apontando para Jesus Cristo (Jo. 5.39) e para o poder de Deus. Nas escrituras encontramos a esperança da vida preparada, realizada e consumada pelo Triúno Deus (Rm.15.4; 1 Jo 5.13)"
I. A Necessidade das Escrituras
Isto posto, devemos primeiramente considerar a razão da <<PALAVRA ter sido ESCRITA>>.
Sabemos que a Palavra antes de ser escrita foi transmitida oralmente. Ou seja, o Livro foi a princípio <<Palavra>>. Aprendemos com os antigos protestantes franceses que:
"Foi Deus quem se fez conhecer aos homens. Primeiramente, por suas obras, tanto pela Criação como pela conservação e maneira como Ele a conduz.
Também, e mais claramente ainda, pela Palavra,
a qual foi primeiramente revelada verbalmente
e em seguida escrita nos livros que nós chamamos:
Santa Escritura. Rm 1.19,20; Rm 15.4; Jo 5.39; He 1.1; Gn 15.1; 3.15; 18.1; Ex 24.3,4; Rm1.2."(Confissão de Fé de Lá Rochelle de 1559)
Segundo Daniel Rops:
"Bem antes de ser um texto escrito, a Bíblia, em sua maior parte, constituiu ensinamento oral [...] Para que bem se compreenda como nasceu a Bíblia, é preciso que nos desfaçamos de nossos hábitos de homens modernos, homens da civilização do papel. Escrever e ler para nós são duas operações automáticas que imaginamos apenas como outras sociedades tenham podido dela totalmente prescindir. Tornaram-se nossa memória exangue e estéril e nossas faculdades de improvisação mais verbais e "eloquentes" que poéticas e proféticas.
Em Israel dos tempos antigos e até os dias de Cristo, procedia-se diversamente. Falar com arte e grande dom das fórmulas era o apanágio daqueles que, hoje em dia, seria "escritores". A memória aperfeiçoada era instrumento de escol. "Um bom discípulo, diziam dos doutores Judeus, é semelhante a cisterna bem cimentada: do ensino do mestre não deixa escapar uma só gota d’água".
Esta transmissão pela memória e pela palavra era extremamente facilitada oela própria técnica que lhe era aplicada.
Existia uma arte de aprender e guardar de cor que se aliava à arte de compor. Este "estilo oral" gravou de modo visível o texto, e a passagem para o escrito, em margem grande respeitou-lhe o molde [...]
Na época em que os hebreus de Moisés estiveram no Egito, havia quinze séculos que a escrita estava em uso corrente no país do Nilo. Esses elementos escritos, porém, não passaram, durante muito tempo, senão de auxiliares da memória, antes de serem inseridos na redação que possuimos.
E, coisa curiosa, o mesmo exatamente aconteceu aos textos bíblicos da tradição cristã, ao menos, aos Evangelhos [...] Os Evangelhos foram, certamente, a princípio "ditos" , bem antes de terem sido escritos [...]Durante, pelo menos, quatro ou cinco gerações, ouviram os cristãos o evangelho como história transmitida, de boca em boca, por testemunhas irrecusáveis [...]
A necessidade, contudo, de guiar os transmissores do evangelho, e o desejo de evitar os desvios, erros, exageros e deformações exigiram que se recorresse à escrita..."
As Escrituras naquele contexto medieval não era acessível a todo o povo e a Igreja católica romana não tinha para com as Escrituras, a mesma atitude que atualmente vemos em seus documentos.
<<O Livro "que deveria encontra-se, noite e dia, entre as mãos dos homens piedosos, jazia, em geral envolto e poeira">> (Daniel Rops).
Certamente, a crise espiritual pela qual atravessava a Igreja medieval era decorrente do "abandono" das Sagradas Escrituras por parte da sua liderança.
Ora, os reformadores ao proclamar o "Sola Scriptura", e colocando-a acima das demais autoridades, não estava criando nenhum "princípio novo", os reformadores tinham em mente, exatamente a mesma coisa.
A mensagem escrita deveria "guiar os transmissores do Evangelho", seu uso evitaria "desvios, erros, exageros e deformações".
Vejamos, alguns documentos históricos do protestantismo:
Confissão de Fé de Westminster:
"para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo."
"para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo."
Confissão Belga:
Deus, por seu cuidado especial para conosco e para com a nossa salvação, mandou seus servos, os profetas e os apóstolos, escreverem sua palavra revelada [1]. Ele mesmo escreveu com o próprio dedo as duas tábuas da lei [2].
Deus, por seu cuidado especial para conosco e para com a nossa salvação, mandou seus servos, os profetas e os apóstolos, escreverem sua palavra revelada [1]. Ele mesmo escreveu com o próprio dedo as duas tábuas da lei [2].
Por isso, chamamos estas
escritas: sagradas e divinas Escrituras [3].1 Êx 34:27; Sl 102:18;
Ap 1:11,19. 2 Êx 31:18. 3 2Tm 3:16.
Confissão de Fé Batista de 1689:
"em diversos tempos e por diferentes modos, o Senhor foi servido revelar-se a si mesmo e declarar sua vontade à sua igreja. 3 E para a melhor preservação e propagação da verdade, e o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja, contra a corrupção da carne e a malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazer escrever por completo todo esse conhecimento de Deus e revelação de sua vontade necessários à salvação; o que torna a Escritura indispensável, tendo cessado aqueles antigos modos em que Deus revelava sua vontade a seu povo."
Confissão de Fé Batista de 1689:
"em diversos tempos e por diferentes modos, o Senhor foi servido revelar-se a si mesmo e declarar sua vontade à sua igreja. 3 E para a melhor preservação e propagação da verdade, e o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja, contra a corrupção da carne e a malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazer escrever por completo todo esse conhecimento de Deus e revelação de sua vontade necessários à salvação; o que torna a Escritura indispensável, tendo cessado aqueles antigos modos em que Deus revelava sua vontade a seu povo."
"A necessidade primária para o registro da Bíblia foi o pecado do homem [...] Ao longo da História, Deus separou e preparou homens para que registrassem de forma exata e infalível aos seus desígnios, sendo a palavra de Deus escrita, dentre outras coisas, o "corretivo às ideias disformes que pode dar-nos a natureza em seu estado caído". Desse modo, a Bíblia tem um caráter instrumental e temporário, embora os seus efeitos e as suas verdades sejam eternos. O que estamos querendo dizer é que na eternidade não haverá mais Bíblia, apenas teremos a visão ampla e experimental daquilo para o qual ela apontava: A vitória do Cordeiro.
[...] a Bíblia foi escrita para registrar, de modo cabal e inerrante, a vontade de Deus referente ao aqui e agora e ao lá e depois, evitando, assim, os desvios naturais frutos do pecado. Por isso só se considera adequada a revelação de Deus contida na Bíblia; somente por meio das escrituras o homem pode ter um conhecimento de deus livre de superstições."- Grifo nosso.
No mesmo, sentido escreve Paulo Anglada:
"REVELAÇÃO ESCRITA
Tendo em vista a insuficiência da revelação natural
e a absoluta necessidade da revelação especial, aprouve
a Deus ordenar que esta revelação fosse toda escrita, a
fim de que pudesse ser preservada e permanecesse disponível, para
a consecução dos seus propósitos eternos. Deus conhece
perfeitamente a natureza humana corrompida. Ele conhece também
a malícia de Satanás, bem como a perversão do mundo.
Ele sabe que revelar a sua vontade à igreja não seria suficiente,
pois seria fatalmente corrompida e deturpada. Basta observar as tradições
religiosas, mesmo as ditas cristãs; como tendem inexoravelmente
para o erro!
Por isso Deus fez com que todas as verdades
necessárias à salvação, santificação,
culto, serviço e vida do homem, fossem escritas e preservadas,
para que pudessem ser conhecidas, cridas e obedecidas. Com este propósito,
o próprio Deus, por meio do seu Espírito, inspirou os autores
bíblicos, a fim de que pudessem escrever a revelação
especial, sem erro algum.
Toda Escritura é inspirada por Deus
e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção,
para a educação na justiça, a fim de que o homem
de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra (2
Tm 3:16).
Temos assim tanto mais confirmada a palavra
profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia
que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela
da alva nasça em vossos corações; sabendo, primeiramente,
isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação;
porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto
homens santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo
(2 Pe 1:19-21).
De acordo com este parágrafo da Confissão,
portanto, a revelação escrita é expressão
da graça de Deus com vistas à preservação
da integridade da verdadeira religião e à salvação,
edificação e conforto do seu povo.
NECESSIDADE DAS ESCRITURAS
Sendo a Palavra escrita o meio escolhido por Deus para revelar a sua vontade
ao homem, ela não pode ser dispensada, igualada, acrescentada nem
suplantada. Nem o Espírito agiria em detrimento ou à parte
dela, mas com e por ela. É neste sentido que as Escrituras são
necessárias e indispensáveis para a comunicação
das verdades necessárias à salvação."
II. A Revelação Divina e as Sagradas Escrituras
Não se pode considerar o "Sola Scriptura" sem analisar o propósito da <<REVELAÇÃO>>.
Se tudo o que Deus tinha pra dizer ao homem, ele o fez em Cristo e essa revelação está consignada nas Sagradas Escrituras.
Logo, as <<SAGRADAS ESCRITURAS>> são <<SUFICIENTES>> para nos levar ao pleno conhecimento de Cristo.
Se sobre a <<ESCRITURA DO ANTIGO TESTAMENTO >> Paulo já tinha afirmado ser<<proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça>>com o fim de que << o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra>> quanto mais com o <<cânon completo>>.
Se sobre a <<ESCRITURA DO ANTIGO TESTAMENTO >> Paulo já tinha afirmado ser<<proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça>>com o fim de que << o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra>> quanto mais com o <<cânon completo>>.
"Fala o Senhor nas páginas do Livro Sagrado, mas também age, e a ação não menos reveladora para o homem nem menos exemplar e formadora[...] Eis o que determina o sentido particular da Bíblia, o qual já era conhecido pelos compositores inspirados que, em tudo quanto escreviam, tinham apenas uma intenção: demonstrar a ação de Deus no mundo e no tempo(Daniel Rops)."
Nas Sagradas Escrituras, encontramos a narração da obra de Deus no mundo - da criação ao juízo final. Aprendemos sobre a Criação, Queda, Redenção e Consumação.
Enfim, "O Verbo se fez carne, A Palavra se fez livro"
"A Bíblia é, portanto, a Palavra de Deus dirigida aos homens, é o Verbo escrito de Deus (Daniel Rops)"
Anglada, Paulo. A Doutrina Reformada acerca da Revelação <<http://www.monergismo.com/textos/bibliologia/revelacao_anglada.htm>>.
"A Bíblia é, portanto, a Palavra de Deus dirigida aos homens, é o Verbo escrito de Deus (Daniel Rops)"
______________________________________
Costa. Hermisten Maia P. da. A Inspiração e Inerrância das Escrituras _ Uma perspectiva Reformada. São Paulo: Cultura Cristã, 2008.
Rops, Daniel. O que é a Bíblia. São Paulo: Editora Flamboyant,1958.
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