Santidade não é esquisitice, algo exótico, ou uma marca de alguns superhomens ou supermulheres em “estado de Graça” , que, à semelhança dos heróis da mitologia grega, são menores que os deuses e maiores que os mortais comuns. Deus é santo e fonte de toda santidade, em sua perfeição e separação do pecado. Nosso modelo de santidade é Jesus Cristo-Homem, embora que, ao longo dos séculos, a vida e a obra de heróis e heroínas da fé nos sirvam de motivação. Nas palavras de Kempis, santificação é “imitação de Cristo” . Salvos pela Graça mediante a fé em nossos delitos e pecados, somos chamados a uma abertura, para que sejamos conduzidos da “obra da carne” para o fruto do Espírito, pela ação e poder do próprio Espírito: amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Muitos vivem sob um conceito de “santidade passiva” , apenas deixar de fazer o mal; quando advogamos um conceito de “san...
Apontamentos de um aluno