Por: Aldair Ramos Rios
A Escritura nos apresenta Jesus, Ele é o próprio Evangelho. Ele é o tema central, a "Mensagem", a revelação encarnada; A PALAVRA QUE SE FEZ CARNE e habitou entre nós.(Mt 1:24,25; Mc 15: 20-37; Lc 1:35; Jo 1:14; 17: 20,21; At 1:9-11; 4:12; Rm 5:17; Fp 2:5,6; Cl 2:9; I Tm 2:5,6; Hb 1:2; 9:15. ).
Assim escreve, o autor da carta aos Hebreus:
"Havendo Deus antigamente falado muitas vezes,
e de muitas maneiras,
aos pais,
pelos profetas,
a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,..."(Hebreus 1:1).
Desde o Antigo Testamento, o nascimento do Messias vinha sendo anunciado, assim como também seu caráter e sua missão.
O próprio Deus, de início, revelou no paraíso (Gn 3:15). Depois mandou anunciá-lo pelos santos patriarcas (Gn 12:3; Gn 22:18; Gn 26:4; Gn 49:10) e profetas (Is 42:1-4; Is 43:25; Is 49:6; Is 53; Jr 23:5,6; Jr 31:32,33; Mq 7:18-20; Jo 5:46; At 3:22-24; At 10:43; Rm 1:2; Hb 1:1) e, de antemão, o representou através dos sacrifícios e das outras cerimônias do Antigo Testamento. (Cl 2:17; Hb 10:1,7.) Finalmente, o cumpriu por seu único Filho (Rm 10:4; Gl 3:24; Gl 4:4,5; Cl 2:17). (Catecismo de Heidelberg)
---"...a respeito desta salvação que os profetas indagaram e inquiriram,..." (I Pe 1.10)-Escreveu Pedro.
"O Evangelho de Deus... foi... outrora prometido por intermédio dos seus profetas nas Sagradas Escrituras" (Rom 1.2). Diz Paulo aos romanos.
O pastor Tomas Paul Simmons, salienta que:
"O Velho Testamento é o registro divino do que Deus disse em diferentes ocasiões e de diferentes maneiras a Israel pelos seus profetas.
O Novo Testamento é o registro Divino de que Deus fala através do Filho.
A comparação entre os profetas e Cristo é para mostrar um contraste.
Deus estava usando os profetas para entregar Sua Palavra a Israel, mas em Cristo era Deus mesmo que estava falando.
Os profetas foram muitos; mas o Filho um só.
Os profetas eram servos; o Filho era o Senhor.
Os profetas temporários; o Filho habita eternamente.
Os profetas falaram a palavra; Cristo é a Palavra.
No Velho Testamento o Novo está coberto; no Novo Testamento o Velho é esclarecido. No Velho Testamento o Novo está encoberto; no Novo Testamento o Velho é revelado. O Velho é patente no Novo; o Novo é latente no Velho. O Velho é predição; o Novo é cumprimento. Os
dois Testamentos têm o mesmo autor: Deus, e o mesmo assunto: Cristo. A mensagem da salvação encontra-se através de toda a Bíblia. Você pode começar em qualquer parte e pregar Jesus. "
Certa vez alguém me perguntou, quem permitiu a criação de um novo Testamento? A verdadeira questão não é essa, mas outra; Deus tinha mais coisas pra falar aos apóstolos?
Valemos-nos do excelente comentário do pastor Paul Simmons, como se segue:
Em João 16:12,13 achamos Cristo falando aos apóstolos como segue: "Ainda tenho muitas coisas a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Não obstante, quando Ele, o Espírito de verdade vier, guiar-vos-á em toda a verdade; porque Ele não falará de Si mesmo, mas falará tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir".
Em o Novo Testamento temos esta revelação ulterior que Cristo deu por meio do Seu corpo infalível de mestres. Os poucos livros não escritos pelos apóstolos receberam o seu lugar no cânon, evidentemente, porque os apóstolos os aprovaram. De qualquer maneira, o seu ensino é o mesmo como o dos demais livros do cânon. No Novo Testamento veio a existir da mesma maneia que o Velho, isto é, o cânon foi determinado pelo consenso de opinião da parte do próprio povo de Deus.
Na introdução da sua biografia sobre Jesus, Lucas escreve sobre o seu esforço de narrar os acontecimentos daqueles dias de maneira organizada e diz que procurou ficar informado de tudo desde o inicio e que fora informado por aqueles que foram testemunhas presenciais dos fatos. O propósito de Lucas era que Teófilo fosse fortalecido na fé, tendo confirmação das informações que anteriormente havia recebido sobre Jesus (Lucas 1:1-4).
Lucas escreveu o primeiro registro histórico dos primeiros anos da igreja que é denominado de "Atos dos apóstolos". Ali podemos encontrar relatos, de como surgiram às primeiras comunidades cristãs, das atividades missionárias e até o teor da mensagem que era anunciado naqueles dias.
Neste livro histórico, podemos perceber como a Escritura do Antigo Testamento era utilizada como um meio eficaz na propagação das boas novas, com a finalidade de mostrar que Jesus era o Messias predito. Lucas nos conta de Apolo que "com grande veemência, convencia publicamente os judeus, mostrando pelas Escrituras que Jesus era o Cristo." (Atos 18:24-28)
Agora em Cristo, Deus havia realizado o que havia prometido. E os cristãos primitivos estavam tão certos disso, que seria impossível contê-los de anunciar ao mundo, o que eles tinham visto com os próprios olhos.
Em meio a essa revolução histórica a literatura cristã inspirada surgiu a fim de apresentar aos judeus e gentios que Jesus de fato era o Cristo. O Messias prometido. O "Emanuel".
A Escritura nos apresenta Jesus, Ele é o próprio Evangelho. Ele é o tema central, a "Mensagem", a revelação encarnada; A PALAVRA QUE SE FEZ CARNE e habitou entre nós.(Mt 1:24,25; Mc 15: 20-37; Lc 1:35; Jo 1:14; 17: 20,21; At 1:9-11; 4:12; Rm 5:17; Fp 2:5,6; Cl 2:9; I Tm 2:5,6; Hb 1:2; 9:15. ).
Assim escreve, o autor da carta aos Hebreus:
"Havendo Deus antigamente falado muitas vezes,
e de muitas maneiras,
aos pais,
pelos profetas,
a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,..."(Hebreus 1:1).
Desde o Antigo Testamento, o nascimento do Messias vinha sendo anunciado, assim como também seu caráter e sua missão.
O próprio Deus, de início, revelou no paraíso (Gn 3:15). Depois mandou anunciá-lo pelos santos patriarcas (Gn 12:3; Gn 22:18; Gn 26:4; Gn 49:10) e profetas (Is 42:1-4; Is 43:25; Is 49:6; Is 53; Jr 23:5,6; Jr 31:32,33; Mq 7:18-20; Jo 5:46; At 3:22-24; At 10:43; Rm 1:2; Hb 1:1) e, de antemão, o representou através dos sacrifícios e das outras cerimônias do Antigo Testamento. (Cl 2:17; Hb 10:1,7.) Finalmente, o cumpriu por seu único Filho (Rm 10:4; Gl 3:24; Gl 4:4,5; Cl 2:17). (Catecismo de Heidelberg)
---"...a respeito desta salvação que os profetas indagaram e inquiriram,..." (I Pe 1.10)-Escreveu Pedro.
"O Evangelho de Deus... foi... outrora prometido por intermédio dos seus profetas nas Sagradas Escrituras" (Rom 1.2). Diz Paulo aos romanos.
O pastor Tomas Paul Simmons, salienta que:
"O Velho Testamento é o registro divino do que Deus disse em diferentes ocasiões e de diferentes maneiras a Israel pelos seus profetas.
O Novo Testamento é o registro Divino de que Deus fala através do Filho.
A comparação entre os profetas e Cristo é para mostrar um contraste.
Deus estava usando os profetas para entregar Sua Palavra a Israel, mas em Cristo era Deus mesmo que estava falando.
Os profetas foram muitos; mas o Filho um só.
Os profetas eram servos; o Filho era o Senhor.
Os profetas temporários; o Filho habita eternamente.
Os profetas falaram a palavra; Cristo é a Palavra.
No Velho Testamento o Novo está coberto; no Novo Testamento o Velho é esclarecido. No Velho Testamento o Novo está encoberto; no Novo Testamento o Velho é revelado. O Velho é patente no Novo; o Novo é latente no Velho. O Velho é predição; o Novo é cumprimento. Os
dois Testamentos têm o mesmo autor: Deus, e o mesmo assunto: Cristo. A mensagem da salvação encontra-se através de toda a Bíblia. Você pode começar em qualquer parte e pregar Jesus. "
Certa vez alguém me perguntou, quem permitiu a criação de um novo Testamento? A verdadeira questão não é essa, mas outra; Deus tinha mais coisas pra falar aos apóstolos?
Valemos-nos do excelente comentário do pastor Paul Simmons, como se segue:
Em João 16:12,13 achamos Cristo falando aos apóstolos como segue: "Ainda tenho muitas coisas a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Não obstante, quando Ele, o Espírito de verdade vier, guiar-vos-á em toda a verdade; porque Ele não falará de Si mesmo, mas falará tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir".
Em o Novo Testamento temos esta revelação ulterior que Cristo deu por meio do Seu corpo infalível de mestres. Os poucos livros não escritos pelos apóstolos receberam o seu lugar no cânon, evidentemente, porque os apóstolos os aprovaram. De qualquer maneira, o seu ensino é o mesmo como o dos demais livros do cânon. No Novo Testamento veio a existir da mesma maneia que o Velho, isto é, o cânon foi determinado pelo consenso de opinião da parte do próprio povo de Deus.
Na introdução da sua biografia sobre Jesus, Lucas escreve sobre o seu esforço de narrar os acontecimentos daqueles dias de maneira organizada e diz que procurou ficar informado de tudo desde o inicio e que fora informado por aqueles que foram testemunhas presenciais dos fatos. O propósito de Lucas era que Teófilo fosse fortalecido na fé, tendo confirmação das informações que anteriormente havia recebido sobre Jesus (Lucas 1:1-4).
Lucas escreveu o primeiro registro histórico dos primeiros anos da igreja que é denominado de "Atos dos apóstolos". Ali podemos encontrar relatos, de como surgiram às primeiras comunidades cristãs, das atividades missionárias e até o teor da mensagem que era anunciado naqueles dias.
Neste livro histórico, podemos perceber como a Escritura do Antigo Testamento era utilizada como um meio eficaz na propagação das boas novas, com a finalidade de mostrar que Jesus era o Messias predito. Lucas nos conta de Apolo que "com grande veemência, convencia publicamente os judeus, mostrando pelas Escrituras que Jesus era o Cristo." (Atos 18:24-28)
Agora em Cristo, Deus havia realizado o que havia prometido. E os cristãos primitivos estavam tão certos disso, que seria impossível contê-los de anunciar ao mundo, o que eles tinham visto com os próprios olhos.
Em meio a essa revolução histórica a literatura cristã inspirada surgiu a fim de apresentar aos judeus e gentios que Jesus de fato era o Cristo. O Messias prometido. O "Emanuel".
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