Por: Aldair Ramos Rios
Depois que Jesus subiu ao céu, o essencial da sua mensagem passou a ser anunciada por seus discípulos. A ordem do mestre era : "Ide por todo o mundo
e pregai o Evangelho a toda criatura."(Mc 16:15)
Eles deveriam começar a testemunhar em Jerusalém, depois deveriam ir para a Judéia, Samaria e até os confins da terra. (Atos 1:8)
Não diz Paulo, o apóstolo, que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus? (Rm 10:17)
Com razão, um pouco antes, questiona o apóstolo:
"...e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito:
Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas (Rm 10:14,15)-
Não havia outra maneira de fazer conhecida a mensagem e perpetuar a cristandade, senão mediante o anuncio; que em Jesus as profecias do AT referentes ao Messias haviam sido cumpridas.
Foi através da proclamação do "Evangelho de paz" que a cristandade cruzou as fronteiras, anunciando a mensagem de Jesus, nas partes mais remotas do mundo.
Contexto histórico
A mensagem devia ser anunciada, mas como preserva-la de possíveis alterações?
Devemos levar em consideração o contexto histórico e cultural naquele tempo.
Em Israel; o verdadeiro meio de transmissão de ensinamentos era através da memória, o que era muito comum naquele contexto. Historiadores afirmam que, naquela época os alunos das escolas rabínicas, tinham que escutar o mestre e depois deveriam, como regra, repetir a suas palavras com exatidão.
Foi também através da memorização, que a mensagem evangélica fora transmitida naqueles dias.
Humanamente falando, várias razões podem ter concorrido para que essa mensagem oral tomasse a forma escrita, assim como a conhecemos hoje.
A igreja estava crescendo e se expandindo pelo mundo e surgia à possibilidade de uma transmissão menos correta da mensagem do Evangelho.
Saindo do meio judaico, onde os hábitos de memorização eram comuns e penetrando nos ambientes gregos, era indispensável, que o essencial da vida e dos ensinamentos de Jesus e dos apóstolos fosse preservados.
Se por um lado, a Escritura é o testemunho humano desta revelação, por outro, não podemos deixar de afirmar que; ela não é somente um testemunho humano, como querem acreditar alguns.
A Escritura é a palavra, a revelação de Deus. E essa revelação se dá em toda a sua plenitude na encarnação do Verbo.
"Deus nunca foi visto por alguém.
O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou."(Jo 1:18)
É na Bíblia que encontramos preservada, o conteúdo desta fé, a confissão de fé dos antigos, aquela que foi entregue de uma vez por todas aos santos.
Continua...
Depois que Jesus subiu ao céu, o essencial da sua mensagem passou a ser anunciada por seus discípulos. A ordem do mestre era : "Ide por todo o mundo
e pregai o Evangelho a toda criatura."(Mc 16:15)
Eles deveriam começar a testemunhar em Jerusalém, depois deveriam ir para a Judéia, Samaria e até os confins da terra. (Atos 1:8)
Não diz Paulo, o apóstolo, que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus? (Rm 10:17)
Com razão, um pouco antes, questiona o apóstolo:
"...e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito:
Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas (Rm 10:14,15)-
Não havia outra maneira de fazer conhecida a mensagem e perpetuar a cristandade, senão mediante o anuncio; que em Jesus as profecias do AT referentes ao Messias haviam sido cumpridas.
Foi através da proclamação do "Evangelho de paz" que a cristandade cruzou as fronteiras, anunciando a mensagem de Jesus, nas partes mais remotas do mundo.
Contexto histórico
A mensagem devia ser anunciada, mas como preserva-la de possíveis alterações?
Devemos levar em consideração o contexto histórico e cultural naquele tempo.
Em Israel; o verdadeiro meio de transmissão de ensinamentos era através da memória, o que era muito comum naquele contexto. Historiadores afirmam que, naquela época os alunos das escolas rabínicas, tinham que escutar o mestre e depois deveriam, como regra, repetir a suas palavras com exatidão.
Foi também através da memorização, que a mensagem evangélica fora transmitida naqueles dias.
Humanamente falando, várias razões podem ter concorrido para que essa mensagem oral tomasse a forma escrita, assim como a conhecemos hoje.
A igreja estava crescendo e se expandindo pelo mundo e surgia à possibilidade de uma transmissão menos correta da mensagem do Evangelho.
Saindo do meio judaico, onde os hábitos de memorização eram comuns e penetrando nos ambientes gregos, era indispensável, que o essencial da vida e dos ensinamentos de Jesus e dos apóstolos fosse preservados.
Se por um lado, a Escritura é o testemunho humano desta revelação, por outro, não podemos deixar de afirmar que; ela não é somente um testemunho humano, como querem acreditar alguns.
A Escritura é a palavra, a revelação de Deus. E essa revelação se dá em toda a sua plenitude na encarnação do Verbo.
"Deus nunca foi visto por alguém.
O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou."(Jo 1:18)
É na Bíblia que encontramos preservada, o conteúdo desta fé, a confissão de fé dos antigos, aquela que foi entregue de uma vez por todas aos santos.
Continua...
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