Como foi obtida esta redenção? Esta pergunta é respondida em grandes detalhes no capítulo nove de Hebreus.
1. Cristo obteve redenção à maneira tipificada no Antigo Testamento. Arão, o sumo sacerdote de Israel, era um tipo de “Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados”, em favor dos eleitos de Deus (v. 11). O ministério de Arão em santuário terreno e temporário, feito pelos homens, tipificava o ministério de Cristo em um “maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação” (v. 11). A entrada de Arão no Santos dos Santos tipificava a entrada de Cristo no “céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (v. 24). Arão, buscando a redenção com o sangue de touros e de bodes em uma bacia, tipificava Cristo, obtendo a redenção com o seu “próprio sangue” (v. 12) — o sangue do Cordeiro de Deus que corria em suas veias. Arão tinha de entrar duas vezes no Santo dos Santos — uma vez para oferecer sangue pelos seus próprios pecados; depois, em favor dos pecados do povo. Ele tinha de fazer isso a cada ano. Cristo, porém, entrou no mais santíssimo de todos os lugares “uma vez por todas” (v. 12) — “uma vez”, porque Ele mesmo não tinha pecado; “por todas”, porque não precisaria entrar ali novamente. Arão ministrava em favor da purificação da carne; “muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!” (v. 14.). Por intermédio da misericórdia, Arão recebia o perdão anual. Cristo, o Sumo Sacerdote, “eterna redenção”.
2. Cristo obteve eterna redenção para aqueles aos quais ela estava prometida, mas ainda não outorgada nos dias do Antigo Testamento (v. 15). “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados” (v. 15). Por essa razão, Jacó profetizou a respeito de Cristo como o “Anjo que me tem livrado de todo mal” (Gn 48.16). E Jó pôde exclamar: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25).
Daniel E. Parks
1. Cristo obteve redenção à maneira tipificada no Antigo Testamento. Arão, o sumo sacerdote de Israel, era um tipo de “Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados”, em favor dos eleitos de Deus (v. 11). O ministério de Arão em santuário terreno e temporário, feito pelos homens, tipificava o ministério de Cristo em um “maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação” (v. 11). A entrada de Arão no Santos dos Santos tipificava a entrada de Cristo no “céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (v. 24). Arão, buscando a redenção com o sangue de touros e de bodes em uma bacia, tipificava Cristo, obtendo a redenção com o seu “próprio sangue” (v. 12) — o sangue do Cordeiro de Deus que corria em suas veias. Arão tinha de entrar duas vezes no Santo dos Santos — uma vez para oferecer sangue pelos seus próprios pecados; depois, em favor dos pecados do povo. Ele tinha de fazer isso a cada ano. Cristo, porém, entrou no mais santíssimo de todos os lugares “uma vez por todas” (v. 12) — “uma vez”, porque Ele mesmo não tinha pecado; “por todas”, porque não precisaria entrar ali novamente. Arão ministrava em favor da purificação da carne; “muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!” (v. 14.). Por intermédio da misericórdia, Arão recebia o perdão anual. Cristo, o Sumo Sacerdote, “eterna redenção”.
2. Cristo obteve eterna redenção para aqueles aos quais ela estava prometida, mas ainda não outorgada nos dias do Antigo Testamento (v. 15). “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados” (v. 15). Por essa razão, Jacó profetizou a respeito de Cristo como o “Anjo que me tem livrado de todo mal” (Gn 48.16). E Jó pôde exclamar: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25).
Daniel E. Parks
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