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Mostrando postagens de agosto, 2015

O EVANGELHO E A REALIDADE

O Evangelho não é uma fuga da realidade.  O evangelho <<transforma>> a nossa realidade. Esta verdade <<nos encontra>> e nos levanta. Nele é possível viver, sem neuras, sem culpa e sem mascaras... Quando o Evangelho chega, as marcaras caem, a gente passa a se encarar como a gente realmente é. Ai a gente não corre mais de Deus, mas para os braços Dele. Isso é algo que  só Jesus pode fazer. Aldair R. Rios

BREVIDADE DA VIDA HUMANA

Realmente, o pecado que ainda remanesce em nós nos impede de pensar com maior frequência sobre a brevidade da vida humana.  Nisso, nós somos impelidos a voltar os nossos olhos para a Revelação Especial nas Sagradas Escrituras e juntamente com Davi orar a Deus  pedindo que ele nos mostre o “nosso fim e qual é a medida dos nossos dias” para que saibamos o quanto somos frágeis (Salmo 39,5). Somente quando consideramos a nossa condição transitória, que a “nossa duração é nada” diante daquele que deu origem a todas as coisas, não nos sobra outra alternativa senão colocar nossa “esperança” Nele.  Você já pensou no Criador hoje? Somente a consciência informada da realidade metafísica, pode ver  e ter sentido na vida... Aldair R. Rios

O DEUS QUE SE REVELA

1.       Como <<Deus se faz>> conhecido? Creio que Deus, na sua bondade e sabedoria, <<se fez>> conhecer aos homens. “Eu sou, Iahweh, e fora de mim não nenhum Salvador, Fui <<eu que revelei>> [...].” Is. 43,11-12. 2.       De que forma Deus se revela ? A)     Revelação Natural ou geral I.                    Primeiramente, <<por suas obras>> , tanto pela Criação como pela conservação e a maneira como Ele a conduz. Essa é a Revelação Geral. No entanto, ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo <<não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação>> (Sal. 19: 1-4; Rom 1.19,20, Ro...

POR QUE CANTAR O EVANGELHO?

Não sei qual é a opinião de vocês acerca desta pergunta, mas me parece que isto é de suma importância para Deus. Vejamos o que nos diz Colossenses 3:16, “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.” Por que manter a palavra de Cristo em nossas canções? Nos últimos anos tenho ouvido inúmeras canções que proclamam tudo, exceto a Palavra e a obra redentora de Cristo na cruz . Não entrarei em muitos detalhes a respeito das canções que hoje em dia estão corrompendo o perfeito evangelho nas igrejas. Mas podemos ver o efeito que tem as canções cuja letra não expõe claramente as boas novas de Cristo. Canções que não expõe sua santidade, sua misericórdia, seu poder para salvar, sua vitória sobre a morte e o pecado, nossa adoção por meio de Jesus Cristo e nossa resposta em adoração, entre outras coisas. Estas são can...

DECRETOS CAUSATIVOS E PERMISSIVOS

Os teólogos dividem os decretos divinos em quatro tipos: <<causativos, permissivos, eletivos e preteritivos>>. Os <<causativos>> referem-se àquelas coisas que Deus mesmo executa: criação, preservação, redenção, mudanças no coração do homem (Sl 104.24-29; 119.91; Fl 2.13). Os <<permissivos>> referem-se àquelas coisas que Deus não executa, mas permite que seus agentes morais livres executem: queda dos anjos e dos homens, a atuação de Satanás e dos demônios, os atos pecaminosos dos homens. Por razões que escapam à nossa compreensão, Deus decretou não impedir estas coisas, mas somente controlar sua extensão e seus resultados (Gn 37.18-21, 24-28; 45.5; 50.20; At 2.22-24; 14.16). Fonte: http://eberlenzcesar.blog.br/wp-content/uploads/2012/08/05-os-decretos-de-deus-leitura-soberania.pdf

CALVINO E OS DECRETOS PERMISSIVOS

Os decretos permissivos estão resumidos na Confissão de fé de Westminster no Capítulo V, seção IV. Calvino lutou com este problema. O calvinismo de Calvino, publicado em Genebra em 1552, traduzido para o inglês por Henry Cole e publicado em Cambridge em 1856, e reimpresso por Eerdmans em 1950, contém escritos menores nos quais Calvino matem vigorosamente que: (1) Todas as coisas estão incluídas nos decretos de Deus; (2) Deus não é autor do pecado. Calvino disse: É provado com toda claridade possível que Deus não é o autor do pecado em nenhum sentido, em nenhum grau, e nem de forma alguma. Nas Institutas, Calvino disse: Agostinho, em certo lugar disse que o endurecimento e a cegueira não pertencem à operação, mas sim a presença de Deus. Parece que Calvino não está de acordo com isto porque acrescenta: Freqüentemente se diz que Deus cega e endurece os réprobos, e muda, inclina e influência seus corações como já tenho dito em outro lugar.Porém ele não proporciona uma explic...

O PROPÓSITO DA CEIA DO SENHOR

"O sacramento da ceia nos <<assegura e confirma>> que o corpo do Senhor Jesus Cristo, foi entregue uma vez <<por nós>> de tal maneira que agora <<é nosso>>, e o será <<perpetuamente>>; e, igualmente, que o seu sangue foi derramado uma vez <<por nós>> de tal maneira que será nosso para sempre" João Calvino - Sobre a Ceia do Senhor - As Institutas