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Mostrando postagens de março, 2017

Decifrando o Código da Natureza

Um dia, encontrei um artigo brilhante, onde era feita a um rabino uma pergunta que todos nós já nos fizemos em alguma ocasião. Especificamente, envolvia um pedido de prova da presença de um Criador, um método para a loucura, se preferir.  A resposta foi uma analogia surpreendentemente simplista. O rabino mencionou o fato de que quando um livro é escrito, ninguém questiona a existência do autor, ou sua intenção de ter escrito o livro – ou seja, ninguém em seu juízo perfeito esperaria um vidro de tinta derramar-se sobre as páginas por si mesmo, e de maneira a criar este livro sem a vontade e esforço do escritor. Então, por que tantos acham tão difícil acreditar que existe um Poder Superior? No processo de ler este artigo, algo em minha mente deu um clique, e fiquei consciente dos paralelos unificadores entre os diversos elementos do universo, que nos são apresentados todos os dias. Por acaso, esta teoria aplica-se a qualquer premissa – literatura, arte, música...

Necessidade prática da Lei Moral

"Mesmo com todos os extraordinários avanços na área médica e científica, será que a natureza humana realmente mudou? Não são as mesmas questões morais que enfrentaram nossos ancestrais que continuam desafiando a nossa própria geração? Dirigir uma carroça de bois ou um Mercedes, optar por agir com violência no trânsito ou ter um comportamento mais cortês, tudo são escolhas que devemos fazer. Cuidar de pais idosos não é um assunto novo. As mesmas questões levantadas na Torá – rivalidade entre irmãos, cônjuges ciumentos e nações em conflito – continuam hoje ocupando manchetes nos jornais. Nós ainda permanecemos aqui, lutando para saber a diferença entre certo e errado, moral ou imoral, ético ou dissimulado, e nem mesmo o computador mais sofisticado na Terra é capaz de responder a essas perguntas para nós. A Ciência e a tecnologia abordam o ‘como’ e o ‘que’ da vida, mas não respondem a pergunta ‘por que’. Em primeiro lugar, por que estamos aqui? Por que devo ...

Direito e"novos direitos". Deveres, Nenhum! - III

"(...) é um paradoxo que assuntos públicos, como o aborto e a eutanásia, sejam relegados à esfera privada, enquanto assuntos parcialmente privados, como o tabagismo ou o álcool, fiquem sujeitos totalmente à regulamentação pública." - André Gonçalves Fernandes Fonte:http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo864.shtml