Um dia, encontrei um artigo brilhante, onde era feita a um rabino uma pergunta que todos nós já nos fizemos em alguma ocasião. Especificamente, envolvia um pedido de prova da presença de um Criador, um método para a loucura, se preferir. A resposta foi uma analogia surpreendentemente simplista. O rabino mencionou o fato de que quando um livro é escrito, ninguém questiona a existência do autor, ou sua intenção de ter escrito o livro – ou seja, ninguém em seu juízo perfeito esperaria um vidro de tinta derramar-se sobre as páginas por si mesmo, e de maneira a criar este livro sem a vontade e esforço do escritor. Então, por que tantos acham tão difícil acreditar que existe um Poder Superior? No processo de ler este artigo, algo em minha mente deu um clique, e fiquei consciente dos paralelos unificadores entre os diversos elementos do universo, que nos são apresentados todos os dias. Por acaso, esta teoria aplica-se a qualquer premissa – literatura, arte, música...
Apontamentos de um aluno